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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Indicações da Semana #54

Confira abaixo as indicações dessa semana: 

Um especial J.R.R. Tolkien: 


Livro: O Hobbit
Autor: J.R.R Tolkien
Páginas: 328
Editora: Martins Fontes
Sinopse: Os hobbits são seres muito pequenos, menores do que os anões. São de boa paz, sua única ambição é uma boa terra lavrada e só gostam de lidar com ferramentas manuais. Este livro tem como personagem central o hobbit Bilbo Bolseiro. Ele vive muito tranquilo até que o mago Gandalf e uma companhia de anões o levam numa expedição para resgatar um tesouro guardado por Smaug, um dragão enorme e perigoso.











Livro: O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel
Autor: J.R.R Tolkien
Páginas: 464
Editora: Martins Fontes
Sinopse: Numa cidadezinha indolente do Condado, um jovem hobbit é encarregado de uma imensa tarefa. Deve empreender uma perigosa viagem através da Terra-média até as Fendas da Perdição, e lá destruir o Anel do Poder - a única coisa que impede o domínio maléfico do Senhor do Escuro.
















Livro: O Senhor dos Anéis: As Duas Torres
Autor: J.R.R. Tolkien
Páginas: 552
Editora: Martins Fontes
Sinopse: As Duas Torres é a segunda parte da obra de ficção de J. R. R. Tolkien, 'O Senhor dos Anéis'. É impossível transmitir ao novo leitor todas as qualidades e o alcance do livro. Alternadamente cômica, singela, épica, monstruosa, diabólica, a narrativa desenvolve-se em meio a inúmeras mudanças de cenários e de personagens, num mundo imaginário absolutamente convincente em seus detalhes.














Livro: O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei
Autor: J.R.R. Tolkien
Páginas: 456 
Editora: Martins Fontes
Sinopse: O Retorno do Rei é a terceira parte da grande obra de ficção fantástica de J. R. R. Tolkien, O Senhor dos Anéis. É impossível transmitir ao novo leitor todas as qualidades e o alcance do livro. Alternadamente cômica, singela, épica, monstruosa, diabólica, a narrativa desenvolve-se em meio a inúmeras mudanças de cenários e de personagens, num mundo imaginário absolutamente convincente em seus detalhes.












domingo, 3 de agosto de 2014

[Evento] Lançamento de A era do Ressentimento

Na próxima segunda-feira, dia 04/08, o filósofo Luiz Felipe Pondé lançará o seu livro, A era do Ressentimento. Durante o evento haverá bate papo com o autor e sessão de autógrafos. Veja abaixo mais informações:

Clique para ampliar.

domingo, 29 de julho de 2012

[resenha] Quem é você, Alasca? de John Green

O primeiro amigo, a primeira garota, as últimas palavras 

Antes de começar a falar do livro, preciso contar para vocês como John Green entrou na minha vida. Semana passada, a Intrínseca, em parceria com alguns blogs, lançou o especial #CulpadoJohnGreen para comemorar o lançamento do livro A Culpa é das Estrelas. Eu, que já estava muito curiosa para ler o livro, acompanhei o evento desde o início: li os posts, comentei e, por meio disso, conheci a ‘nerdfighteria’ (clique no nome para descobrir o que é). 

Ok, mas onde Quem é você, Alasca? entra na história? Simples: dois dias depois do início do especial, um post falava sobre as obras de John Green e eu – toda esperta, só que não! – achava que ele só tinha A Culpa é das Estrelas aqui no Brasil. Acontece que descobri que a Martins Fontes havia lançado Quem é você, Alasca?, e como algumas pessoas sabem, eu trabalho em uma livraria. Na terça-feira a primeira coisa que fiz foi procurar a obra – que por sinal eu já havia visto antes por lá e me interessado pela história. Resultado: Comprei. 

Diante da euforia do especial muito bem organizado, meu maior medo era não me agradar com a escrita; porque, até então, eu estava dando tiro no escuro. Não conhecia nada dele, apenas sabia que era bom porque as pessoas diziam que era bom. Fui com muita sede ao pote – de novo! – só que, desta vez, tive-a saciada por John Green. 

Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras – e está cansado de sua vidinha segura e sem graça em casa. Vai para uma nova escola à procura daquilo que o chamou de o “Grande Talvez”. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young. Inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, Alasca levará Miles para o seu labirinto e o catapultará em direção do Grande talvez. 

A narrativa é simples, gostosa e, em pouco tempo, o leitor se vê diante da história. A obra é narrada em primeira pessoa e por meio de Miles conhecemos Culver Creek. Dividida em duas partes – o antes e o depois – o romance nos envolve, mesmo sem querer, nos trotes que eram realizados na escola. 

No antes – discorrido em contagem regressiva – somos apresentados às personagens principais da trama: Miles, Chip e, claro, Alasca. Os capítulos são curtos e rápidos, nos levando rapidamente à metade da história. Este é mais um dos pontos positivos de Green, pois sue escrita se mostra bem interativa, bem legal de ser lida. E quanto mais você lê, mais você se envolve. 

"Passamos a vida inteira no labirinto, perdidos, pensando em como um dia conseguiremos escapar e em quanto será legal. Imaginar esse futuro é o que nos impulsiona para frente, mas nunca fazemos nada. Simplesmente usamos o futuro para escapar do presente". 

Vemos o crescimento da amizade entre o trio e a crescente paixão de Miles por Alasca; que, em diversos momentos, dá a entender que também está flertando o garoto. Contudo, Miles é apenas um rapaz que adora colecionar últimas palavras e, na definição do próprio garoto, Alasca é um furacão.

Uma das coisas que mais gostei nessa parte do livro foi o desenvolvimento dos personagens. Eles são jovens mesmo, tem atitudes de adolescentes transviados da década de 80 – sexo, drogas, bebidas e rock ‘n’ roll – o dia a dia escolar é tão bem traduzido, que o leitor se ver completamente envolvido em Culver Creek. 

Como eu já falei, os capítulos são narrados como uma contagem regressiva, como se algo muito bom ou muito ruim fosse acontecer com eles, no finalzinho dessa parte o leitor já consegue matar a charada. E aí temos o embasamento para a parte mais triste, porém mais emocionante do livro. 

Se eu for começar a falar muito sobre a segunda parte do livro, será um show de spoilers... A única coisa que posso dizer é que chorei. John Green trata dessa linha tênue que há entre a vida e a morte de uma maneira sutil e bela, é impossível não se emocionar com a tradução dos sentimentos e das dores que cada personagem. 

"Como sairemos deste labirinto de sofrimento? - Todos os que já perderam o rumo da vida se sentiram perturbados com a insistência dessa pergunta. Em algum momento, todos nós olhamos em volta e percebemos que estamos perdidos num labirinto.”

Não espere um desses romances infantis, que estão no gênero dos “certinhos”, que estamos acostumados a ver por aí. Na verdade para um romance da linha juvenil Quem é você, Alasca? aborda temas muito adultos com um toque especial de sensibilidade para o público alvo. Ao lê-lo, você encontrará uma história densa, real, cruel, verdadeira e linda. Seus personagens são, definitivamente, fortes, reais e palpáveis. Quem é você, Alasca? É o tipo de livro que te faz pensar, principalmente quando você termina de lê-lo.

Título Original: Looking for Alasca.
Autor: John Green
Ano: 2010
Editora: WMF Martins Fontes
Páginas: 229
Tradução: Rodrigo Neves

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Se você gostou da resenha, curtiu o livro e vai ler, não deixe de conhecer a nerdfighteria e nem o Nerdfighter Brasil. Para ser nerdfighter não precisa pré-requisito, basta querer ser.
Don't forget to be awesome ;)


Sobre a Autora:
Ana CarolineAna Caroline é estudante de Letras Português Francês na Universidade Federal de Sergipe. Adora ler, é apaixonada por séries da Literatura de Fantasia e espera desenvolver um trabalho de pesquisa sobre esse tema na faculdade. Trabalha em uma livraria, onde o contato diário com os livros levou a desejar criar esse blog. Escreve no Loucuras de Caroline.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

[Resenha] O Hobbit, de J. R. R. Tolkien

“O mundo está dividido entre aqueles que já leram O Hobbit e O Senhor dos Anéis e aqueles que não leram”

E estou quase indo para o lado negro da força. 

Bilbo Bolseiro é um hobbit, que vive em sua aconchegante casa hobbit, em sua vila hobbit, porém seu comportamento típico de um hobbit é abalado com a chegada do velho e famoso mago, Gandalf, e seus amigos anões que o convida para uma aventura, aventura é a última coisa que Bilbo quer saber, porém por livre e espontânea pressão ele sai em busca em uma e tanto: Destruir Smaug (o dragão que dorme no topo da montanha) e recuperar o ouro dos anões. 

É a primeira vez que leio uma obra de Tolkien, e meu primeiro pensamento foi: “por que não fiz isso antes?”. Sério! Que coisinha mais gostosa de ler, muito diferente de Senhor dos Anéis, que parei nas primeiras linhas do primeiro capítulo, não que seja ruim... É que eu achei chato!

Mas, n’O Hobbit, a narrativa é agradável e de extrema fineza, a tradução está muito boa, um belíssimo trabalho desenvolvido por Lenita Maria Rímoli Esteves e Almiro Pisetta, porém apesar desses pontos fortes e que por isso valeria a pena por várias vidas ler a obra, em alguns momentos a história é maçante e tediosa e tive vontade de desistir, o que explica o fato de ter terminado o livro em quase duas semanas. 

Tolkien é detalhista em tudo, desde um simples farfalhar de uma folha no outono até uma grande e terrível guerra, embora na guerra narrada no livro não seja tão detalhista assim. E esse excesso de detalhes é o que me faz estagnar na série Senhor dos Anéis. É claro que é impossível comparar uma obra a outra. 

A complexidade de Senhor dos Anéis é muito maior que a do Hobbit, as obras foram feitas para públicos diferentes. O Hobbit é uma literatura infanto-juvenil puro, com todos os aspectos que definem como tal. (Aqui entraria aspectos muito técnicos, tais como desenvolvimento dos personagens, da história, do tempo e mais um monte de coisa que a gente vê na faculdade); Em Senhor dos Anéis a coisa é mais ampla, mais completa e complexa, a narrativa já não é tão simples, a linguagem é muito rebuscada e para quem é novato (como eu) em Tolkien vai simplesmente desistir do livro sem antes chegar à metade dele – digo por experiência própria. 

Os personagens são muito bem criados e o desenvolvimento é fantástico, Bilbo é o típico cara acomodado que sabe que pode realizar grandes coisas, mas o que tem já lhe o suficiente, ou tem preguiça de fazer algo para reverter a situação, porém logo ele vai descobrir a sua capacidade de mudar as coisas, e ora isso não se assemelha conosco em determinadas situações? 

Os anões são um espetáculo a parte, e confesso que Tolkien me fez odiá-los e amá-los na mesma proporção. É uma história épica, realmente! E para os amantes de Literatura de fantasia (como eu) é uma das coisas mais fantástica já escrita. Os diálogos da obra são inteligentes e até engraçados, mais um super ponto positivo, a história se desenvolve muito bem do início ao fim, quase beirando a perfeição. 

Embora seja um pontos mais chatos da obra, como já mencionei antes, Tolkien é por demais detalhista e é incrível a capacidade que ele tem de descrever um monte, um lago, uma floresta, é tudo muito real e a vontade que dá é pular dentro do livro e curtir a relva fresquinha. 

Se fosse para dá uma nota ao livro, eu daria oito, por que por mais que à história seja bela, e a narrativa seja muito deliciosa, Tolkien ainda me cansa, infelizmente. 

Título original: The Hobbit
Autor: J. R. R. Tolkien
Editora: WMF Martins Fontes
Páginas: 289

Sobre a Autora:
Ana Caroline Ana Caroline é estudante de Letras Português Francês na Universidade Federal de Sergipe. Adora ler, é apaixonada por séries da Literatura de Fantasia e espera desenvolver um trabalho de pesquisa sobre esse tema na faculdade. Trabalha em uma livraria, onde o contato diário com os livros levou a desejar criar esse blog. Escreve no Loucuras de Caroline.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

10 livros que você deveria ler antes de ver o filme

É sempre assim, o livro é bom, atrai muitos leitores, então ele é sinal de lucro e com isso muitas produtoras de filmes correm atrás deles, porém assistir uma adaptação antes de ler o livro pode interferir na divertida formação de novos leitores e estragar a experiência. 

Pensando nisso o blog da editora Martins Fontes fez uma lista muito interessante, com os 10 livros que você TEM que ver, antes de vê-los no cinema! Confiram: 

1- Os Homens que Não Amavam as Mulheres – Stieg Larsson A Trilogia Millennium só foi publicada após a morte de Stieg Larsson, mas o sucesso foi tão estrondoso que a obra ganhou uma adaptação sueca, país de origem do autor, e agora terá uma versão hollywoodiana. A nova adaptação será dirigida por David Fincher (“Clube da Luta”, “Zodíaco”) e terá Daniel Craig no papel do jornalista Mikael Blomkvist.  

2- Drive – James F. Sallis Apesar de não ser uma obra cultuada, “Drive” é a base de um dos filmes de ação que mais divertidos do semestre passado no Estados Unidos. O diretor Nicolas Winding Refn disse suas influências são “Bullit” (1968) e “O Dia do Gafanhoto” (1975); e que o filme é uma homenagem a Alejandro Jodorowsky. 

3- Cavalo de Guerra – Michael Morpurgo Morpurgo conta a comovente história de um cavalo que atravessa as trincheiras da Primeira Guerra Mundial e é testemunha de todos os horrores cometidos pelo homem. Destaca-se do filme pela narrativa ser construída do ponto de vista do cavalo. 
 
4- On The Road – Jack Kerouac Finalmente, o livro ícone da geração beat vai se transformar em um road movie com direção de Walter Salles. Apesar de ter sido publicado em 1957, “On The Road” teve seus direitos comprados em 1980 por Francis Ford Coppola, que só encontrou um diretor para sua produção após ver “Diários de Motocicleta” de Salles. 
 
5- A Hospedeira – Stephenie Meyer Por ser o primeiro livro da autora após a série Crepúsculo, “A Hospedeira” teve uma recepção meio morna pelos fãs. A produção do filme tem tudo para alavancar ainda mais as vendas e a carreira de Stephenie Meyer.

6- Total Recall – Philip K. Dick Apesar de ter sofridos sérias adaptações até se transformar em “O Vingador do Futuro”, o conto “We Can Remember It for You Wholesale” é um clássico obrigatório do gênio da ficção científica Philip K. Dick. Famoso pela versão estrelada por Arnold Schwazenegger, o longa ganhou uma refilmagem que estreia no segundo semestre deste ano.
 
7- Abraham Lincoln – Caçador de Vampiros – Seth Grahame-Smith Seria o maior presidente dos Estados Unidos um exímio caçador de vampiros? A história secreta de como Abraham Lincoln enfrentou os sugadores de sangue antes que eles quase acabaram com a história norte-americana antes mesmo que ela acontecesse 

 8- Sangue Quente – Isaac Marion Não existiam dúvidas de que essa história de zumbis com clima de romance do Crepúsculo seria adaptada para o cinema. Apesar de parecer ingênua, a obra pode agradar até os mais exigentes fãs de terror pela originalidade.  

 9- O Hobbit – J. R. R. Tolkien A história que deu origem a toda obra de J. R. R. Tolkien não poderia deixar de estar nesta lista. “O Hobbit” é um daqueles livros com ritmo de aventura, personagens cativantes e que te fazem ficar com dó de ler rápido demais. 

10 – O Espião que sabia demais – John Le Carré O longa estrelado por Gary Oldman é uma eletrizante adaptação desse clássico thriller de espionagem. Apesar de ser um dos espiões mais respeitados do circus, serviço secreto inglês, George Smiley é obrigado a se aposentar após uma missão fracassada. Porém, o ex-agente acaba descobrindo que seu afastamento está relacionado a um agente duplo infiltrado na corporação. 

E aí o que acharam? Quais outros livros que virarão adaptações cinematográficas indicariam? Comentem!
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