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sábado, 13 de setembro de 2014

Divulgada capa do novo livro de Marian Keys

A Bertrand divulgou a capa do novo livro de Marian Keys. Mamãe Walsh é o sexto livro sobre a saga da família Walsh e tem lançamento previsto para dezembro.




Depois de encantar os leitores com as loucas e divertidas irmãs Walsh (Claire, Margaret, Rachel, Anna e Helen), Marian Keyes nos presenteia com um pequeno dicionário sobre a família irlandesa mais disfuncional – e amada – do mundo. Pela primeira vez, Mamãe Walsh está com a palavra... E ela tem muito a dizer, principalmente sobre as suas filhas! 

De maneira bem-humorada, a matriarca apresenta uma lista de coisas que, de alguma forma, são relevantes para o seu clã: como ela descobriu as tangas, por exemplo. Ou por que em sua casa só existe comida congelada e fast-food. Ou a história sobre aquele bronzeado artificial horroroso que a deixou tão laranja que... Bem, é melhor você abrir o livro e descobrir. Não queremos contar tudo e estragar a diversão! 

Em Mamãe Walsh – Pequeno Dicionário da Família Walsh, somos convidados a visitar mais uma vez essas incríveis personagens. São páginas repletas de humor e sagacidade, como somente Marian Keyes é capaz de escrever.

domingo, 7 de setembro de 2014

Nosso Clube do Livro apresenta a Bienal de SP para vocês - Parte III

Oi pessoal!
Aqui é a Fê. 

A Bienal Internacional do Livro de São Paulo acabou, e nós - leitores - já estamos aqui, com a aquela depressão saudosista de quem quer mais. Sábado passado estive lá para me despedir, mas o restante do fim de semana e a semana que sucedeu foram tão corridos, que só tive tempo para sentar aqui e escrever uma postagem bonitinha como vocês merecem agora. 

Cheguei ao Anhembi por volta do meio-dia e fui direto ao estande da Melhoramentos, porque queria muito saber como seria o processo de autógrafos para o Ziraldo. Quem me conhece sabe o quanto eu sou apaixonada pelo trabalho deste autor! Além de talentosíssimo, ele é um querido. Sempre disposto a uma boa conversa apaixonada pelos livros. Por isso, não queria perdê-lo. Fui informada que haveria a formação de filas, sem a distribuição de senha e que não haveria limite de pessoas, porque o Ziraldo é assim: quando ele começa a se sentir cansado, ele avisa a editora. Então, os responsáveis fecham a fila, e ele atende a todos que já estavam nela. 

Peguei dois livros - Flicts e O menino que veio de Vênus - e fui para a fila do caixa. Quando saí dela, adivinhem o que estava se formando?! Acertou quem disse que era a fila para os autógrafos. Pensem que ainda era 12:45 e que o autor só chegaria às 15:30. Tudo bem, sentei-me no chão e resolvei esperar - seria uma das primeiras, então tudo estava lindo. 

Pouco tempo depois, esta era a fila que estava atrás de mim. Dava voltas.
Tão gigante quanto o nosso amor pelo Ziraldo.

O tempo passou rápido. Consegui ler todo O menino que veio de Vênus e fiquei conversando com a moça que estava na minha frente na fila, até que chegou o momento esperado e lá fui eu falar com o "menino do cabelo de algodão". Ele queria conversar, e o nosso diálogo foi assim:

Um dos olhares mais doces que eu já vi na minha vida.

Ele: Oi, tudo bem?
Eu: Oi, sou a Fernanda, uma professora que é encantada pelos seus livros!
Ele sorriu e autografou O menino que veio de Vênus. Depois disse: Você já leu?! O que você achou?
Eu: Eu li agora ali na fila. É um primor, poesia pura! Fiquei sem palavras para tanta poesia!
Ele, enquanto autografava o Flicts, com uma carinha marota: É engraçado o que o Vevê apronta! Todo mundo ama todo mundo!
Eu: Quem dera o mundo fosse assim de verdade... 

Então ele fez um carinho na minha bochecha! O curioso é que da outra vez que nos vimos em 2009, eu havia dito o quanto era sua fã e ele apertou as minhas bochechas. Acho que ele realmente gosta delas! uahahah 

Eu completei a minha fala com um: Eu tenho toda a coleção da planeturma! Amo todos eles!

Quando ele estava prestes a continuar o assunto, a assessora (?) que estava organizando a fila simplesmente soltou um "Já deu que a fila está grande!". Nós dois fizemos uma cara de #chateados. Eu me despedi e fui embora feliz, enquanto ele me dava um sorrisinho ao longe. 

De lá, parti para o estande da Rocco, cheia de vontade de comprar o box do Harry Potter, mas saí de lá frustrada. No estande inteiro só havia uma caixa, que já estava aberta e com a tampa um pouco detonada. Desculpe, mas não iria gastar uma fortuna para não ter a caixa inteira. Não comprei. 

Fui para o estande do Grupo Editorial Record, na tentativa de finalmente encontrar todos os livros da coleção Senhores de Roma. É sempre um sacrifício gigante encontrar o primeiro livro nas livrarias, por isso esperei por pelo menos um ano para comprar na Bienal. Vocês acharam?! Porque eu não! 

(Sim, fiquei muito revoltada por não ter conseguido comprar as duas séries!)

A tarde já havia ido embora e eu já estava cansada - porque entrar nos estandes da Rocco e da Record foi uma verdadeira maratona - quando resolvi passar na Companhia das Letras. Lá, consegui comprar o que queria: 1 página de cada vez e um box do Carlos Drummond de Andrade. Depois rumei para a Gutenberg, pois tinha a missão de comprar e autografar um livro para uma das meninas daqui do blog, a Ana Caroline.

Lá eu conheci duas autoras lindas, fofas e queridas! Que foram extremamente simpáticas! A Bárbara Morais, que autografou o livro para a Cah, e a Dayse Dantas, que além de escritora é professora como eu (o que me levou a comprar o livro dela! uahahah).

Bárbara Morais autografando para a Cah.

Dayse Dantas autografando para a teacher aqui
(sim, ela escreveu que era para teacher no autógrafo! #gottaluv!)

Bem, assim terminou a Bienal para mim. Depois, se vocês quiserem, faço um post com todas as comprinhas foram muitas! uahahah

Beijos, queijos e até 2016!


domingo, 15 de setembro de 2013

[Resenha] Amor, de Isabel Allende


Amor é um livro que supera a expectativa de uma coletânea de textos da reconhecida autora chilena Isabel Allende. É uma obra que fala com os nossos instintos, desejos, experiências e sonhos.

Os recortes das cenas amorosas das diversas obras de Allende foram organizadas de acordo com temas explicados pela própria autora. Aliás, tanto as explanações quanto a introdução do livro são incríveis, porque a escritora desvenda muito de seu processo criativo neles, uma vez que relata de uma forma muito sincera não só a sua visão e relação com o sentimento amoroso, mas também com a literatura amorosa/erótica.

Para quem conhece bem a obra da autora, estas introduções de cada parte do livro são um deleite, pois fica claro o ponto de vista de Allende sobre os próprios escritos. Para quem ainda não a conhece, Amor é uma excelente oportunidade se ter um panorama das histórias da escritora.

Vivo e rico, cada linha nos apresenta as diversas facetas deste sentimento tão incrível. Impossível não amar!

Livro: Amor
Autora: Isabel Allende
Editora: Bertrand Brasil
Sinopse: O novo livro de Isabel Allende, Amor, é uma antologia que reúne as melhores cenas de amor dos seus romances e contos, selecionadas pela própria autora. A ideia inicial partiu de seu editor e Allende logo ficou entusiasmada com o projeto. Para alguns trechos, inspirou-se nas próprias experiências amorosas ou nas de conhecidos. Ao longo da introdução do livro, a autora faz um desabafo honesto e emocionante a respeito da sua vida. Narra como foi a passagem pela infância e pela adolescência e o papel da sexualidade nessa época, além de histórias de sua fase hippie e de como foi o escândalo na sua primeira reportagem em uma revista feminina. Um dos pontos altos é quando ela descobre, aos 33 anos, a sensualidade. Em Amor, Isabel conta também como a escrita foi fundamental em sua vida, pois, segundo relata, é onde ela pode viver todas as aventuras que seriam impossíveis na vida real. Ainda na introdução, aborda a infidelidade, a vida em Beirute, no Líbano, e o encontro com seu marido atual, William Gordon.
Livro no skoob.

sábado, 27 de julho de 2013

Definida a capa do novo livro de Marian Keyes: Chá de Sumiço

A editora Bertrand Brasil divulgou a capa do novo de Marian Keyes, Chá de Sumiço. Confira abaixo a capa e a sinopse:


Helen Walsh não acredita em medo - isso não passa de uma ideia inventada pelos homens para conseguirem todo o dinheiro e os melhores empregos. Apesar disso, ela sente que sua vida vem afundando ultimamente. Seu trabalho como detetive particular está praticamente parado; seu apartamento foi retomado por atraso nas prestações e velhos demônios ressurgem em sua vida.
Um deles é seu charmoso, escorregadio e pouco confiável ex-namorado Jay Parker, que reaparece com a história de uma pessoa desaparecida e pede que Helen investigue o caso. A grana anda curta, mas Jay está nadando em dinheiro e Helen se vê forçada a assumir a incumbência de procurar Wayne Diffney, um dos componentes da famosa banda Laddz, o "esquisitaço" do grupo.
O problema é que as coisas tinham acabado muito mal entre Helen e Jay, e ela não pretende entrar em furadas. Além do mais, Helen tem um namorado novo, Artie - um investigador muito sexy -, e tudo entre eles anda às mil maravilhas. Só que o reaparecimento de Jay começa a mexer com velhas lembranças e sentimentos que Helen julgava ter deixado para trás.
Ao tentar seguir suas próprias regras, Helen é arrastada para o mundo denso, escuro e glamoroso do showbiz, percebe que o pior inimigo é sua mente, e se sente cada vez mais ligada a Wayne, o homem desaparecido que ela nunca conheceu pessoalmente.
Irresistível, comovente e muito engraçado, Chá de sumiço é diferente de todos os romances que você já leu, e Helen Walsh - corajosa, vulnerável e dona de uma língua afiadíssima - é a heroína perfeita para os novos tempos.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Novo livro de Fabrício Carpinejar chega às livrarias.

Em junho, chega às livrarias do Brasil o novo livro de Fabrício Carpinejar, a informação foi dada pela Bertrand Brasil em suas redes sociais. 

Com Espero alguém, Carpinejar, mais maduro, tanto profissional quanto emocionalmente, apresenta crônicas escritas após um período difícil de sua vida: o abandono pela mulher amada. Com textos emocionantes, sinceros e, também, engraçados, o autor comprova que ninguém esta preparado para uma separação. 

Confira capa:


 

terça-feira, 7 de maio de 2013

[Resenha] Veleiros ao Mar - Sarah Mason

Sarah Mason sempre significou chick-lit bom, pelo menos para mim. Ela, com sua escrita engraçada e história de amor típica dos livros do gênero, escreve livros que tão bons quanto os das grandes autoras de chick-lit. Então imagine a frustração que tive ao ler as quase 800 páginas de Veleiros ao Mar. 

No livro conhecemos a vida de Erica “Inky” Pencarrow, uma garota que sempre quis velejar, e mesmo já atuando na carreira que tanto sonhou, tem que lutar para provar que mulher sim podem velejar. Integrante da equipe Britânica de veleiros, que quer competir no America’s Cup - uma das maiores competições do mundo - mesmo não tendo nenhuma chance de ganhar. E são nos integrantes da equipe que o livro tem seu plot principal, com muitas tramas paralelas que muitas vezes se não tiver cuidado, a pessoa acaba se perdendo. 

Apesar de ser um livro com uma narrativa que flui bem (digo isso com convicção que é graças à maestria da autora em introduzir os personagens de um jeito cativante),  envolvente, dinâmica e cheio de coisas sobre amizade, amor, companheirismo e etc, ele foi uma decepção.  É cheio de competições que muitas vezes passa tão rápido que não tem nem graça, fora a quantidade exorbitante em termos técnicos que se você não tiver paciência para olhar no glossário nas últimas páginas do livro, acaba ficando bem chatinho. 

Vou ser sincera e dizer que o livro vai agradar muito mais as pessoas que curtem o esporte, ou entendem alguma coisa, do que o restante. Não que uma pessoa que nunca ouviu falar sobre a competição ou sobre velejar também não possa curtir, é só ter paciência e mergulhar nas muitas páginas do livro. 

Tive a oportunidade de ler as outras obras que foram lançadas aqui no Brasil e me diverti muito, tanto que elas estão na minha listinha de livros preferidos. Não sei o que faltou desta vez. Tava faltando algum tempero pra que o livro fosse uma leitura bem prazerosa. Repito, faltou alguma coisa. Sim, eu gostei, mas não foi um gostar de "Vou relê-lo em breve!". Quem sabe daqui a algum tempo eu não o pego de novo e mudo de opinião?



Sobre a Autora:
Suelen DiasSuelen Dias é formada em Marketing e se aventura diariamente em sua segunda graduação, Jornalismo. Colunista do site Up!Brasil, juntou-se com as amigas para colaborar neste blog. Adora um bom chick-lit, romance e às vezes um drama ou aventura. Super encara, ou melhor, devora livros de banca sem preconceito.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Livro de Sebastian Barry chega ao Brasil

A editora Bertrand Brasil traz ao mercado editorial mais um sucesso internacional: Os escritos secretos, de Sebastian Barry. A obra chamou a atenção da crítica após vencer o Costa Book of the Year e ser finalista do Man Booker Prize. Confira a sinopse: 
Roseanne McNulty é uma idosa que há quase sessenta anos mora em um asilo. Doutor Grene, há décadas o psiquiatra responsável pela instituição, precisa finalizar alguns casos e analisar que pacientes podem ser liberados antes que o governo derrube o prédio em que ela funciona. Ao estudar o caso de Rose, o médico descobre que não conhece as origens dela nem por que foi parar lá. Como esclarecer isso? Perguntar à frágil paciente já com 100 anos e assumir seu descaso não parace uma boa ideia. 

Para ler o primeiro capítulo, clique aqui.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Confira capa do novo livro de Nora Rorberts

A editora Bertrand divulgou ontem em sua página no facebook a capa do 3º volume da Trilogia das Flores, Mentiras Genuínas, da autora americana Nora Roberts. Confira abaixo:


Ainda não há previsão de lançamento.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Conheça a capa de Sobrevivente Mortal

A editora Bertrand divulgou em seu facebook a capa do livro Sobrevivente Mortal, de Nora Roberts assinando como J.D. Robb. Sobrevivente Mortal é o 20º livro da série In Death, que até agora conta com mais de 40 títulos. O lançamento de Sobrevivente Mortal está previsto para abril. 





domingo, 13 de janeiro de 2013

Indicações da Semana #28

Mais uma semana, mais indicações para vocês!

Livro: Cinquenta tons do Sr. Darcy - uma paródia
Autor: Emma Thomas
Páginas: 304
Editora: Bertrand Brasil
Sinopse: Imagine Elizabeth Bennet e o sr. Fitzwilliam Darcy, protagonistas de Orgulho e preconceito, deixando de lado a moral e o recato e dando vazão a seus desejos mais ocultos de forma mais pervertida que Christian Grey e Anastasia Steele, personagens de Cinquenta tons de cinza. O resultado: Cinquenta tons do sr. Darcy, a incrível e hilária paródia escrita por um famoso inglês sob o pseudônimo de Emma Thomas. É interessante notar como a autora aliou duas linguagens tão distintas: uma clássica e recatada e outra moderna e coloquial. Além disso, é notório que Thomas estudou minuciosamente os dois romances, mesclando as melhores passagens e situações das histórias. Contudo, obviamente, a ironia é a principal característica de Cinquenta tons do sr. Darcy: “Se pudesse lhe mostrar (...) como uma partida de gamão poderia se equiparar à excitação de grampos de mamilos e como adornar um chapéu poderia proporcionar tanto prazer aos sentidos quanto a inserção de um plugue anal extragrande.” Leitura obrigatória para aqueles que amaram o livro de Jane Austen e/ou o de E L James. No fim, uma certeza: todos vão querer ler outros romances clássicos também em versões apimentadas.

Livro: O cemitério de Praga
Autor: Umberto Eco
Páginas: 480
Editora: Bertrand Brasil
Sinopse: O mais importante intelectual italiano vivo, imbatível nos estudos de semiótica, Umberto Eco é, também, um romancista de talento incomparável. Mestre em criar tramas engenhosas, capazes de mesclar vários níveis de linguagem, personagens e ações, se tornou conhecido mundo afora com o sucesso de público e crítica O nome da rosa. Três décadas depois desse estupendo thriller, Eco retorna com um dos mais antecipados — e controversos — livros dos últimos anos: O cemitério de Praga. Quatrocentos mil exemplares vendidos na Itália em um mês. Um tratado sobre o mecanismo do ódio, e espécie de síntese da história do preconceito, o livro causou desconforto em setores mais conservadores da sociedade italiana, principalmente entre religiosos, por misturar personagens históricos a um anti-herói fictício, cínico e maquiavélico, capaz de tudo para conseguir se vingar de padres, jesuítas, comunistas, mas, principalmente, dos judeus. Repleto de teorias da conspiração, falsificações, assuntos maçônicos e detalhes da unificação italiana, é no antisemitismo que repousa o coração da narrativa. O cemitério de Praga também lembra um dos mais impressionantes episódios de falsificação da história: Os protocolos dos sábios de Sião, um texto forjado pela polícia secreta do Czar Nicolau II para justificar a perseguição aos judeus. Os escritos, que se acredita terem sido baseados em um texto francês — Diálogos no inferno entre Maquiável e Montesquieu — descreviam um suposto plano para a dominação mundial pelos israelitas. E serviriam de inspiração a Hitler para os campos de concentração. O odioso Simonini, que o próprio autor define como um dos mais repulsivos personagens literários já criados, é um mestre do disfarce e da conspiração. Um falsário a serviço de vários governos. Do nordeste italiano até a Sicília de Garibaldi, das favelas de Paris às tabernas alemãs, passando por missas negras, o bombardeio a Napoleão III, a Comuna de Paris, o caso Dreyfus, o Ressurgimento, Simonini é todas as revoluções, as más escolhas, os erros do século XIX, que Eco reconstrói com grande rigor histórico, entre tomadas de poder e revoluções. Com ares de novo clássico, O cemitério de Praga leva as mentiras históricas a novos patamares e revela, ainda, ferramentas usadas por falsários e propagandistas. Um trabalho memorável de filosofia da história e a natureza da ficção. Eco em sua melhor forma.

Livro: Veleiros ao Mar
Autor: Sarah Mason
Páginas: 756
Editora: Bertrand Brasil
Sinopse: Após três livros publicados no Brasil, entre eles, o best-seller e premiado Um amor de detetive, Sarah Mason apresenta uma de suas obras mais elogiadas por leitores e pela crítica: Veleiros ao mar. A incrível história de duas equipes que se enfrentam, lutam contra os elementos da natureza e vivem o maior desafio de suas vidas. Como um chick-lit de alto nível, o livro possui muito romance, rivalidade entre homens e mulheres, reviravoltas e traições. Nota-se, também, o seu diferencial e marca registrada de Sarah: a ironia inteligente. Será impossível conter as risadas frente às situações criadas pela protagonista. O sonho de Erica Pencarrow, mais conhecida como Inky, é competir pela Grã-Bretanha na America’s Cup, o maior desafio de barcos à vela do mundo, que apenas os melhores e mais ricos velejadores têm chance de ganhar. Mas, antes de realizar seu maior desejo, ela terá que usar sua determinação e suas habilidades para enfrentar inimigos, como o principal patrocinador da competição, que acredita que velejar não é para mulheres. Para piorar, Inky se apaixona por um rival. Veleiros ao Mar, novo livro de Sarah Mason, apresenta uma trama repleta de aventura, sedução e drama.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Indicações da Semana #27

Indicar livros para começar o ano é pensar em leituras leves, como as férias e o verão deve ser. 

Livro: Férias 
Autor: Marian Keyes 
Páginas: 560 
Editora: Bertrand Brasil 
Sinopse: Rachel Walsh tem 27 anos e a grande mágoa de calçar 40. Ela namora Luke Costello, um homem que usa calças de couro justas. E é amiga - pode-se mesmo dizer muy amiga - de drogas. Até que a sua vida vai para o Claustro - a versão irlandesa da Clínica Betty Ford. Ela fica uma fera. Afinal, não é magra o bastante para ser uma toxicômana, certo? Mas, olhando para o lado positivo das coisas, esses centros de reabilitação são cheios de banheiras de hidromassagem, academia e artistas semifissurados (ao menos ela assim ouviu dizer). De mais a mais, bem que já está mesmo na hora de tirar umas feriazinhas. Rachel encontra mais homens de meia-idade usando suéteres marrons e sessões de terapia em grupo do que poderia supor a sua vã filosofia. E o pior é que parecem esperar que ela entre no esquema! Mas quem quer abrir as janelas da alma, quando a vista está longe de ser espetacular? Cheia de dor-de-cotovelo (o nome do cotovelo é Luke), ela busca salvação em Chris, um Homem com um Passado. Um homem que pode dar mais trabalho do que vale... Rachel é levada da dependência química para o terreno desconhecido da maturidade, passando por uma ou duas histórias de amor, neste romance que é, a um tempo, comovente, forte e muito, muito engraçado.

Livro: Divas no Divã 
Autor: Chris Linnares 
Editora: Gente 
Sinopse: Se você se divertiu com a atrapalhada Brigite Jones no cinema ou leu seu diário, não pode perder essa obra. A personagem de Divas no Divã é uma espécie de Brigite Jones brasileira. Às voltas com a busca do homem ideal e as intermináveis dietas, é uma mulher independente, vivendo as situações por que toda mulher passa ou já passou. Engraçadíssima, a obra é quase uma caricatura, mas totalmente real, da mulher que procura a felicidade e o sucesso profissional. É um retrato irreverente e bem-humorado do universo feminino.

Livro: Cinderela de Saia Justa 
Autor: Chris Linnares 
Editora: Gente
Sinopse: Esta obra envolverá a leitora em uma trama que conta às desventuras de uma jornalista cética, Ana José, dona de imensa lista de frustrações pessoais, que vê sua vida sofrer uma reviravolta ao ser escalada para realizar uma reportagem investigativa. Sua missão consiste em desvendar os mistérios de uma associação secreta que vem revolucionando, por meio de ensinamentos baseados em contos de fadas, a vida dos participantes de seus encontros.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Divulgada a capa de "Bons de Briga", Markus Zusak

A editora Bertrand divulgou hoje a capa de "Bons de Briga", continuação do livro "O Azarão", do escritor Markus Zusak. Confira abaixo a capa:



sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Conheça os finalistas do Prêmio Açorianos de Literatura

O Prêmio Açorianos de Literatura 2012 já tem os seus finalistas, que foram selecionados dentre os 185 inscritos nas oito categorias literárias e nas duas não-literárias.

A premiação acontecerá no Teatro Renascença, no dia 10 de dezembro, às 20h.

Conheçam as obras que foram para a final desta disputa:

Capa:
A Primeira Vez que Eu Vi Meu Pai, capa de Juliana Dischke, Editora Artes e Ofícios
Bola de Sebo, capa de Juliana Dischke, Editora Artes e Ofícios
Estranhos no Aquário, capa de Diana Cordeiro, Editora Record

Projeto Gráfico:
A Primeira Vez que Eu Vi Meu Pai, projeto gráfico de João Carlos Camargo Guimarães, Editora Artes e Ofícios
Notas Sobre o Abismo, projeto gráfico de Humberto Nunes e Vanessa Balula, Editora Dublinense
O Blusão Vermelho e o Mistério Da Montanha, projeto gráfico de Mathias Dalcol Townsend, Editora Elementar.

Infantil:
Maria Teresa e o Javali, de Gustavo Finkler, Editora Projeto
Medo Dó de Medo Monstro, de Hermes Bernardi Jr, Zit Editora
O Imperdível Memino que Perdia Tudo, de Marcelo Pires, Editora Record

Infanto-Juvenil:
Continhos Suspirados com Poesia Para Depois Das Cinco, de Celso Sisto, Editora Paulinas
Decifrando Ângelo, de Luís Dill, Editora Scipione
Eu e o Silêncio de Meu Pai, de Caio Riter, Editora Biruta

Crônica:
Borralheiro: Minha Viagem Pela Casa, de Fabrício Carpinejar, Editora Bertrand Brasil
Jerusalém, de Airton Ortiz, Editora Record
Nas Coxias do Poder, de Ricardo Giuliani Neto, Editora Dublinense

Conto: 
A Árvore que Falava Aramaico, de José Francisco Botelho, Editoras Asterisco e Zouk
Correnteza e Escombros, de Olavo Amaral, Editora 7letras 
Enquanto Água, de Altair Martins, Editora Record 

Poesia: 
A Chama Azul, de Maria Carpi, Editora Age 
Água para Viagem, de Lorena Martins, Editora 7letras 
Sétima do Singular, de Diego Grando, Não Editora 

Narrativa Longa: 
Entreilha, de Rafael Reginato, Editora da UFSC 
Neptuno, de Leticia Wierzchowski, Editora Record 
Outonos de Fogo, de Marcel Citro, Editora Libretos 

Ensaio de Literatura e Humanidades: 
A Ciência como Ela É..., de Gilberto R. Cunha, Edição do Autor 
Afrontar Froteiras, de Donaldo Schüler, Editora Movimento 
Caso Última Hora, de Maikio Guimarães, Edições BesouroBox 

Especial:
Dom Segundo Sombra, de Ricardo Güiraldes com tradução de Aldyr Garcia Schlee, ArdoTempo 
O Tempo e o Rio Grande nas Imagens do Arquivo Histórico do RS, organização de Rejane Penna, IEL 
Os 50 Anos da Legalidade em Imagens, organização de Claudio Fachel e Camila Domingues, Corag

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

[Resenha] E se fosse verdade, de Marc Levy

“O que vou dizer-lhe é difícil de entender e é impossível de admitir, mas se você tiver a bondade de escutar minha história, confiar em mim, então, talvez, você acabe acreditando, e é muito importante, porque você é, sem saber, a única pessoa do mundo com quem possa partilhar este segredo.” 

Uma história de amor doce e repleta de misticismo na medida – quase – certa. 

E se fosse verdade (If Only it were true, Bertrand – 2001), é o primeiro livro do autor francês Marc Levy. A obra conta a história de Lauren Kline, uma jovem médica bem sucedida que, ao sofrer um trágico acidente, entra em coma profundo e de Arthur um arquiteto, sócio de Paul em um escritório de arquitetura, que acabou de sair de um relacionamento turbulento. 

A vida desses dois personagens se cruza quando Arthur vai morar – coincidentemente – no apartamento que pertencia à médica e, para a surpresa dele, em uma noite ao chegar à casa, dá de cara com a “própria” Lauren em seu armário. 

No inicio foi difícil para a moça convencer o homem do que estava acontecendo, mas aos poucos o relacionamento entre Lauren e Arthur começa a se estreitar e uma paixão avassaladora surge. 

Esta é a primeira vez que leio algo de Marc Levy e devo dizer que o enredo de sua obra e sua escrita, lembrou-me muito a da autora Cecelia Ahern em seu livro “Se você me visse agora”. 

Ambos os livros são muito parecidos, uma vez que envolvem uma paixão sobrenatural, seja por um amigo imaginário, seja por um fantasma de uma mulher em coma. Acredito que a única coisa que difere uma obra da outra é que Levy exagera só um pouquinho. No entanto, a narrativa é tão deliciosa quanto e soa até mesmo divertida em alguns trechos. 

 — Você é sempre tão grosseiro?? Por acaso pareço vadia? 
Arthur suspirou. 
— Não, não se parece com uma vadia, mas está escondida no meu armário, quase à meia-noite. 
— Olhe, é você quem está nu e não eu! 
Arthur cobriu-se com uma toalha, amarrando-a na cintura e tentou adotar uma atitude normal. 
— Bem – disse, elevando a voz—, agora, paremos com o jogo. Você sai daqui, vá para sua casa e diga a Paul que não teve graça alguma, nenhuma graça. 

A escrita de Levy é muito simples, carregada de uma clareza incrível. Os diálogos entre as personagens são muito inteligentes, repletos de filosofia e engraçados. É divertido se ver como Arthur. É divertido vê-lo questionando e falando sozinho no meio do público sem dar a mínima para o que estão comentando. 

Aliás, ele é um personagem apaixonante! E quando digo apaixonante, quero dizê-lo com todas as letras. Não tem como o leitor não se apegar a ele. O que ele faz pela Lauren é simplesmente lindo e ponto. 

Passou um braço por seus ombros e a estreitou contra si, como para consolá-la. Ao virar-se, encontrou-se cara a cara com a enfermeira, que o olhava inquieta. 
— Você teve uma cãibra? 
— Não. Por quê? 
— Seu braço está levantado e a mão fechada. Não é uma cãibra? 
Arthur soltou Lauren, imediatamente, e deixou cair o braço ao longo do corpo. 
 — Você não a vê? — perguntou à enfermeira. 
 — Não vejo quem?? 
 — Não, a ninguém! 

Lauren por sua vez, além de ser a personagem mais dramática da trama é também o alívio cômico da história. O autor a descreve com muito cuidado, fazendo dela a típica mulher atual: independente financeiramente, linda, bem-sucedida em sua carreira e que, no fundo, sente falta de ter alguém ou algo a quem se apegar. Talvez isso explique o fato de sua conexão com Arthur, o que diferentemente do filme, não é retratado no livro. 

O elo deles dois, na verdade, se torna um enigma. E por vezes o leitor é capaz de se perguntar o motivo de só ele vê-la. Fato que – e esse é um dos pontos baixos do livro – o autor não faz questão nenhuma de explicar. Fica uma interrogação que pode – não sei se da maneira correta – ser respondida na adaptação cinematográfica. 

Outro ponto chato – daí vem o exagero a que me referi no início da resenha o – é que Marc Levy viajou demais em uma das partes – é algo tão ilusório que é impossível não ficar com cara de "gente-isso-tá-mesmo-acontecendo”? Por exemplo: (sim, vai ter que sair um spoiler para vocês entenderem) sexo com fantasma? Simplesmente não engoli isso! Marc Levy, seu livro é lindo, a história é muito bela, sua narrativa é ótima, mas você forçou muito a amizade aqui. 

Mas até nisso ele soube levar bem a escrita o que tornou um momento surreal em algo doce e inesperado, sendo capaz de me arrancar alguns suspiros (acreditem se quiser). Eu já tinha visto o filme e devo admitir que o livro é muito mais profundo que a película. A adaptação é muito supérflua. Coisas interessantes sobre Arthur, por exemplo, foram suprimidas. Não que isso tire a beleza do filme, não tira! Mas, é que o livro é tão profundo que seria uma violação assistir ao filme sem antes conhecer a obra. 

E se fosse verdade, não é apenas uma história de amor, é uma reflexão sobre a brevidade da vida e, principalmente, sobre o valor que damos a tudo que temos agora. 

"Todas as manhãs, ao acordar, recebemos um crédito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir à noite não há transporte dessa quantia. O que não foi vivido naquele dia está perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manhãs essa magia recomeça, ganhamos um novo crédito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo é incontornável: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso prévio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?"

Sobre a Autora:
Ana CarolineAna Caroline é estudante de Letras Português Francês na Universidade Federal de Sergipe. Adora ler, é apaixonada por séries da Literatura de Fantasia e espera desenvolver um trabalho de pesquisa sobre esse tema na faculdade. Trabalha em uma livraria, onde o contato diário com os livros levou a desejar criar esse blog. Escreve no Loucuras de Caroline.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Lista de autores internacionais na 22ª Bienal do Livro de SP

As editoras Bertrand, Companhia das Letras, Galera Record, LeYa, Novo Conceito e Universo dos Livros divulgaram a lista de autores internacionais que marcarão presença na 22ª Bienal do Livro de São Paulo, que acontece entre os dias 09 e 19 de agosto.

A editora Universo dos Livros confirmou a vinda de dois autores, mas não divulgou seus nomes.

Galera Record:
Cecily Von Ziegesar 
Obras publicadas: Com Louvor, Gossip Girl e It Girl

Editora Bertrand:
Alice Walker 
Obra publicada: Rompendo o Silêncio.

Companhia das Letras:
Pauline Elphen
Obras publicadas: Os Gêmeos (1º Vol de Crônicas de Salicanda)

LeYa:
Alysson Noël 
Obras publicadas: Sonhos

Novo Conceito:
Corban Addison 
Obras publicadas: Cruzando o Caminho do Sol
Lucinda Riley 
Obras publicadas – A casa das Orquídeas

Para conferir a lista de autores nacionais presentes na Bienal, clique aqui.



Fonte: livrosecitacoes

Capa e 1º Capítulo de "Não Conte Para a Mamãe"

A Editora Bertrand divulgou a capa e o primeiro capítulo do livro "Não Conte Para a Mamãe - Memórias de uma Infância Perdida", de Toni Maguire. Confira abaixo a capa:




Para ler o primeiro capítulo, clique aqui. O lançamento do livro está previsto para agosto.

Fonte: livrosecitações

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Segundo livro de Brenna Yovanoff será lançado no Brasil

A editora Bertrand Brasil divulgou em seu twitter a informação da compra dos direitos autorais do segundo livro de Brenna Yovanoff: The Space Between.


Agora, temos que esperar as informações do lançamento.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Lançamento Bertrand: Ai meu Deus, ai meu Jesus, de Carpinejar

Depois de títulos que sempre foram reflexos de momentos de sua vida pessoal, Carpinejar lança agora, pela primeira vez, um livro de crônicas temático. Em Ai meu Deus, Ai meu Jesus, ele trata de assuntos e situações relacionadas a amor e sexo. 

Confira a capa.

domingo, 10 de junho de 2012

Indicações da Semana #16 - Especial dia dos namorados

Olá amigos do nosso clube do livro!
Tudo certo?!

Dia 12 de junho está aí, trazendo o amor no ar, com os dias dos namorados. Por isso, nossas indicações da semana não poderia ignorar tanto amor, não é?! Seguem abaixo dicas de livros que encherão as suas vidas de romance.

Livro: Cem Sonetos de Amor
Autor: Pablo Neruda
Editora: L&PM
Gênero: Poesia
Páginas: 118
Sinopse: "Com muita humildade, fiz estes sonetos de madeira, dei-lhes o som desta opaca e pura substância (...)" - Pablo Neruda, in Cem Sonetos de Amor. O poeta chileno Pablo Neruda (1904-1973) foi, sem dúvida, uma das vozes mais altas da poesia mundial do nosso século. Ao mesmo tempo, o poeta engajado nas causas da liberdade, o exilado, o resistente, é protagonista de uma das aventuras mais expressivas da lírica em língua espanhola. Seus poemas de amor ? e estes Cem Sonetos de Amor são um dos legados mais perfeitos ? emocionaram e emocionam várias gerações. Poeta admirado internacionalmente (é personagem do filme O Carteiro e o Poeta), recebeu a consagração definitiva com o Prêmio Nobel de Literatura em 1971.

Livro: Nosso Amor Em Frases
Autor: vários
Editora: Novo Século
Gênero: citações
Sinopse: O amor se manifesta em momentos inimagináveis, parece algo surreal, incompreensível. Por isso e por toda magia que a palavra amor carrega é que somos arrebatados, sem ao menos notar. Quando menos esperamos, já estamos inundados por esse sentimento que tentamos traduzir em palavras, mas que só é compreendido quando o sentimos. O amor pode estar em qualquer lugar, basta olharmos atentamente. Com espaço para foto e dedicatória.

Livro: Aqueça meu coração
Autor: Nanda Meireles
Editora: Modo Tradicional
Gênero: Romance
Sinopse: Em Aqueça Meu Coração conhecemos Raquel, uma jovem estudante, e seus dilemas ao enfrentar o amor, a desconfiança e as mudanças inevitáveis preparadas pelo destino. Descobrindo que essas mudanças podem ser assustadoras ou excitantes, tristes ou cômicas e até mesmo a realização de sonhos ainda nem sonhados. Porque o amor está onde menos esperamos… “Bem, algum dia isso ia ter que acontecer, não é? Alguém um dia despertaria em mim aquela emoção romântica que toda garota anseia. Fiquei aliviada por perceber-me capaz disso e tentei não pensar em quem era o causador da emoção. Só porque ele foi o primeiro, não significava que seria o único, certo? Certo?”


Livro: Marília de Dirceu
Autor: Tomás Antônio Gonzaga
Editora: Martin Claret
Gênero: Poesia
Sinopse: Marília de Dirceu reúne a maior parte da breve produção literária de Tomás Antônio Gonzaga. As liras que compõem esta obra, muito além de um extravasamento amoroso, são um diálogo com os acontecimentos políticos, sociais e artísticos testemunhados pelo poeta e foram compostas, em parte, em seu período de cárcere, que antecedeu o exílio. Marcada pelo dualismo entre o universo imanente que é a arte e a realidade como ponto de partida, entre o presente turbulento do século XVIII e a Antiguidade Clássica, Marília de Dirceu influenciou toda a literatura brasileira vindoura, prenunciou o Romantismo e tornou-se um dos mais importantes clássicos de nossa língua. Num período em que o Brasil era parte do Império Português e em que literatura brasileira e portuguesa ainda não se distinguiam, Tomás Antônio Gonzaga deu alguns dos primeiros passos rumo a uma literatura nacional. Tomás Antônio Gonzaga nasceu em 1744, na cidade do Porto, em Portugal. Filho de pai brasileiro e mãe portuguesa, passou a maior parte da infância e da adolescência no Brasil, mas graduou-se em Direito em Portugal, na Universidade de Coimbra. Exerceu a profissão em Portugal até ser nomeado para o cargo de ouvidor-geral em Minas Gerais. Após se envolver na Inconfidência Mineira, foi preso e condenado ao degredo em Moçambique, onde viria a falecer, na primeira década do século XIX. Em sua obra, adota para si o nome Dirceu.


Livro: Melancia
Autor: Marian Keyes
Editora: Bertrand Brasil
Gênero: Romance chick-lit.
Sinopse: Foi demais da conta para Claire o dia do nascimento da sua filha. Ao acordar no quarto do hospital depara com o marido olhando-a na cama. Deduzindo tratar-se de algum tipo de sinal de respeito, ela nem suspeita de que ele soltará a notícia da sua iminente separação: “Ouça, Claire, lamento muito, mas encontrei outra pessoa e vou ficar com ela. Desculpe quanto ao bebê e todo o resto, deixar você desse jeito...” Em seguida, dá meia-volta e deixa rapidamente o quarto. De fato, ele sai quase correndo. Com 29 anos, uma filha recém-nascida nos braços e um marido que acabou de confessar um caso de mais de seis meses com a vizinha também casada, Claire se resume a um coração partido, um corpo inteiramente redondo, aparentando uma melancia, e os efeitos colaterais da gravidez, como, digamos, um canal de nascimento dez vezes maior que seu tamanho normal! Não tendo nada melhor em vista, Claire volta a morar com sua excêntrica família: duas irmãs, uma delas obcecada pelo oculto, e a outra, uma demolidora de corações; uma mãe viciada em telenovelas e com fobia de cozinha; e um pai à beira de um ataque de nervos. Depois de muitos dias em depressão, bebedeira e choro, Claire decide avaliar os prós e contras de um casamento de três anos. E começa a se sentir melhor. Aliás, bem melhor. É justamente nesse momento que James, seu ex-marido, reaparece, paea convence-la a assumir a culpa por te-lo jogado nos braços de outra mulher. Claire irá recebê-lo, mas lhe reservará uma bela surpresa...
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