terça-feira, 21 de outubro de 2014

[Lançamentos] Segundo volume da série Segredos da Quinta Avenida está em pré-venda

A trilogia Segredos da Quinta Avenida, publicada pela Harlequin, tem o seu segundo volume - Quero que você me use - está em pré-venda. O livro escrito por Caitlin Crews, desvenda a personalidade de Hunter Talbot Grant III e tem seu lançamento previsto para o dia 04 de novembro. Leia a sinopse abaixo.



Hunter Talbot Grant III, celebridade esportiva de reputação duvidosa e podre de rico, acredita que os escândalos que cultiva podem esconder as sombras de seu passado. Quando surge a oportunidade de arruinar financeiramente o império de Jason Treffen, ele não pensa duas vezes. Mas antes deverá se livrar da mulher enviada para controlar seus passos. A relações-públicas Zoe Brook sempre consegue devolver a luz para estrelas que perderam o brilho. E Hunter não é exceção. O trabalho seria perfeito caso Zoe não fosse uma armadilha. Apesar de tomados pela febre da paixão, ela esconde um segredo: também havia se envolvido com Jason. E agora, assim como Hunter, também tem sede de vingança!

[Lançamentos] Conheça as novidades da Editora Unesp


Conheça abaixo os próximos lançamentos da Editora Unesp:

Livro: Introdução à Robótica 
Autor: Maja J. Matarić
Sinopse: Este será o século da robótica e o grande salto para seu desenvolvimento está sendo dado neste momento, graças à queda constante dos preços dos computadores e do fabuloso avanço da tecnologia sem fio e de sensores que possibilitam a corpos robóticos imitarem formas biológicas. Neste livro em que descortina o universo da robótica em linguagem acessível para leigos, Maja J. Matarić prenuncia um século 21 povoado de robôs cada vez mais sofisticados. Eles têm cérebros eletrônicos complexos, são capazes de se comunicar entre si, de reagir em tempo real e atuar em atividades humanas as mais diversas. Em breve, acredita a autora, eles poderão desempenhar funções tão delicadas quanto as que envolvem os cuidados com doentes em convalescença ou pessoas com necessidades especiais. A obra parte dos conceitos mais básicos de robótica (incluindo percepção e movimento) e conduz o leitor às mais novas e sofisticadas aplicações na área (robôs humanoides, robôs que mudam de forma, robótica espacial), enfatizando o conhecimento necessário para criar robôs de comportamento autônomo e inteligente. São abordados temas como a definição de robótica, os componentes do robô, locomoção, manipulação, sensores, controle, arquiteturas de controle, representação, comportamento, navegação, robótica em grupo, aprendizagem e o futuro da robótica, bem como suas implicações éticas. A autora trata ainda da história da robótica, mostrando que esta área da moderna tecnologia vem sendo gestada há muito tempo, pelo menos desde a antiguidade, quando surgiram as primeiras teorias que a originariam.

Livro: O direito de voto
Autor: Alexander Keyssar 
Sinopse: O autor apresenta uma história abrangente e multifacetada do direito de voto nos Estados Unidos, desde o nascimento da nação até o presente, uma história que engloba não apenas as leis e políticas nacionais, mas também os acontecimentos nos cinquenta estados. A pesquisa concentra-se na história jurídica e política do sufrágio. “A noção de que os direitos políticos nos Estados Unidos sempre tenham sido controversos, por exemplo, parecia tão aplicável ao início do século XXI como ao século XIX; mas essa própria continuidade requeria maiores investigações”, escreve Keyssar. 

Livro: A mão do autor e a mente do editor 
Autor: Roger Chartier 
Sinopse: Ligando história cultural, crítica textual e estudos bibliográficos, lidando com obras canônicas - como Dom Quixote de Cervantes ou de Shakespeare -, bem como textos menos conhecidos, Chartier identifica as descontinuidades fundamentais que transformaram a circulação da palavra escrita entre a invenção da imprensa e a definição, três séculos mais tarde, do que chamamos de "literatura”.

domingo, 19 de outubro de 2014

J.K. Rowling quer construir casa de Hagrid no quintal de casa


J.K. Rowling planeja construir a cabana em que um de seus personagens, Hagrid, mora. O empreendimento será erguido no quintal da casa da autora na Escócia, segundo o jornal britânico The Telegraph.

O periódico ainda afirma que Rúbeo Hagrid é um dos personagens preferidos de Rowling e que ela manterá a mesma característica descrita nos livros e nos filmes: a cabana será construída perto de uma floresta.


Indicações da semana #48: livros sobre cartas

Mais uma semana, mais indicações!
Então, que tal livros sobre cartas?!

Livro: Cartas a Amélia
Autor: Pedro Costi
Sinopse: Não te abisma, Amélia, a impotência humana de admirar o mundo? Ao iniciar uma viagem que busca descobrir o Ao iniciar uma viagem que busca descobrir o mundo e a si mesmo, Pierre relata através de cartas destinadas a sua amada Amélia, um profundo questionamento filosófico sobre a vida, o ser e alma humana. Poesia, amor, tristeza, solidão e todos os sentimentos que permeiam o espírito são aludidos e inquiridos com extrema sensibilidade. Cartas a Amélia promete proporcionar ao leitor um verdadeiro mergulho filosófico à essência humana, que busca sanar indagações e trazer acalanto à alma.
Resenha, aqui.

Livro: Cartas de amor aos mortos
Autor: Ava Dellaira
Sinopse: Prestes a começar o ensino médio, Laurel decide mudar de escola para não ter que encarar as pessoas comentando sobre a morte de sua irmã mais velha, May. A rotina no novo colégio não está fácil, e, para completar, a professora de inglês passa uma tarefa nada usual: escrever uma carta para alguém que já morreu. Laurel começa a escrever em seu caderno várias mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Elizabeth Bishop… sem nunca entregá-las à professora. Nessas cartas, ela analisa a história de cada uma dessas personalidades e tenta desvendar os mistérios que envolvem suas mortes. Ao mesmo tempo, conta sua própria vida, como as amizades no novo colégio e seu primeiro amor: um garoto misterioso chamado Sky. Mas Laurel não pode escapar de seu passado. Só quando ela escrever a verdade sobre o que se passou com ela e com a irmã é que poderá aceitar o que aconteceu e perdoar May e a si mesma. E só quando enxergar a irmã como realmente era - encantadora e incrível, mas imperfeita como qualquer um - é que poderá seguir em frente e descobrir seu próprio caminho.
Resenha, aqui.

[Resenha] Não se apega, não, de Isabela Freitas

Quando comecei a ler Não se apega, não, escrito pela mineira Isabela Freitas, estava com baixa expectativa. Gosto muito de ler livros sobre relacionamentos que não deram em nada e sobre teorias de como se relacionar com os outros (Vide: Como ser solteira, Ele simplesmente não está a fim de vocêQuando termina é porque acabou e Apegados), por isso estava com medo de a obra dizer tudo aquilo que já conhecia. De fato, dei sorte por manter as expectativas baixas: as leis do desapego aparecem de forma superficial, o que me levou a focar na forma sincera – e às vezes confusas! – como a autora apresenta os fatos.

Em Não se apega, não, Freitas narra os principais acontecimentos que a feriram ao longo de sua vida e como o fato de se agarrar a eles fez-lhes mal. A sinceridade, o tom de conversa e a forma como Isabela Freitas transforma o trágico em cômico nos faz insistir seguir em frente com a leitura. Em diversos momentos, o leitor se percebe rindo em voz alta, das “atrapalhadas” e dos desabafos extremamente dramáticos da escritora.

Tudo começa com o fim daquilo que todos chamariam de “o relacionamento perfeito”, mas que para a autora estava longe da perfeição. As vontades de chorar – que culminariam em lágrimas – o apoio dos melhores amigos e o profundo desejo de dar a volta por cima fazem com a narradora consiga se livrar da síndrome do “eu-preciso-estar-sempre-namorando”.

Freitas nos mostra as vantagens do desapego à medida que mostra o quanto já quebrou a cara por ser apegada ao extremo. Ela tenta mostrar ao leitor o quanto é bonito e gostoso ser um humano por inteiro, que é sábio o suficiente para aprender nos momentos mais duros. Convenhamos, é difícil demais assumir as fraquezas para os outros e para nós mesmos – e a autora nos conta como fez isso durante as suas diversas quedas.

É claro que há algumas controvérsias. A própria autora nos diz que sempre sonhou com o “príncipe perfeito” e, em alguns momentos, seu ideal de amor nos faz acreditar que ela adota uma postura um tanto ingênua, já que todos sabemos que a vida real passa longe dos filmes de Hollywood!

Outro ponto que talvez torne a obra um tanto confusa é o fato de que as tais regras do desapego aparecem nos títulos dos capítulos, mas morrem aí. A autora não se aprofunda nelas – pelo menos não diretamente – o que faz a sua obra fugir do formato autoajuda, que seu título sugere ter.

Não se apega, não é aquela leitura despretensiosa de fim de semana, que fazemos em uma tarde. Como a proposta do livro é levar os seus leitores a refletirem sobre as suas atitudes, não sei se ele atinge seu objetivo, já que muitas vezes o leitor se vê mais preso aos acontecimentos da vida de Isabela Freitas do que às regras do desapego em si. Portanto, Não se apega, não é o tipo de livro que vale ser lido se você não estiver procurando um guia para lidar com relacionamentos ou explicações mais científicas, uma vez que ele carrega em si um tom mais adolescente – um tanto dramático em algumas passagens – que nos remete ao que mais encontramos nas revistas teens.

Livro: Não se apega, não
Páginas: 256
Editora: Intrínseca
Sinopse: Tudo começa com um ponto-final: a decisão de terminar o namoro de dois anos com Gustavo, o namorado dos sonhos de toda garota. As amigas acharam que Isabela tinha enlouquecido, porque, afinal de contas, eles formavam um casal PER-FEI-TO! Mas por trás das aparências existia uma menina infeliz, disposta a assumir as consequências pela decisão de ficar sozinha.
Estava na hora de resgatar o amor-próprio, a autoconfiança e entrar em contato com seus próprios desejos. Parece fácil, mas atrapalhada do jeito que é, Isabela precisa primeiro lidar com o assédio de um primo gostosão, com as tentações da balada e, principalmente, entender que o príncipe encantado é artigo em falta no mercado.

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Sobre a Autora:
Fernanda Rodrigues é bacharela em Letras (Português e Inglês) e licenciada no curso de Formação de Professores da USJT. Além de ser professora de Língua Inglesa, é louca por assuntos que envolvam a Literatura, as demais artes e o processo de ensino e aprendizagem. Escreve no Algumas Observações e no Teoria, Prática e Aprendizado.

Marley & Eu ganhará série de TV


Depois de ganhar uma versão cinematográfica, Marley & Eu, de John Grogan, será adaptado para a TV. A série terá roteiro de Jenny Bricks, responsável pelo sucesso de Sex and the City, e já teve o piloto encomendado pelo canal americano NBC.

O piloto terá início de onde o filme parou, com o retorno da família para a Flórida e ganhará uma nova filhote que, além de ser altamente destrutiva, também se chamará Marley.

Ainda não há previsão de lançamento.

sábado, 18 de outubro de 2014

Londres homenageia Sherlock Holmes


"O homem nunca viveu e nunca morrerá". Com este título contundente, Londres homenageia o personagem mais famoso de Sir Arthur Conan Doyle - e um dos mais conhecidos da literatura inglesa. 

Sherlock Holmes recebeu uma exposição no Museu de Londres (Museum of London), que festeja o personagem que já foi tema de filmes, séries de tv, jogos eletrônicos e livros (como o Xangô de Baker Street, escrito pelo brasileiro Jô Soares e publicado pela Companhia das Letras).

Que a fama de Holmes é grande, isto é elementar. Segundo Alex Werner, do Museu de Londres, “Seu perfil e ‘armas’ – cachimbo, lupa e chapéu de caça – são imediatamente reconhecidos em todo o mundo. No reino dos detetives de ficção, Sherlock Holmes é o rei”. Pessoas do mundo todo enviam cartas para o seu famoso endereço em 221B, Baker Street.

Vídeo sobre a exposição, feito pelo Museum of London.

Durante a visita à exposição, as pessoas poderão ver desde o caderno em que Doyle rascunhou suas primeiras histórias até o casaco usado por Benedict Cumberbatch usou na adaptação para a série Sherlock, produzida pela BBC One.

Imagem do caderno de Arthur Conan Doyle.
A exposição ficará em cartaz entre o dias 17 de outubro de 2014 e 12 de abril de 2015. O ingresso de um adulto custa £12. Para obter mais informações, visite o site do museu (em inglês) clicando aqui

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

[Resenha] Se eu ficar, de Gayle Forman

Se eu ficar é o primeiro livro da premiada autora Gayle Forman a ser publicado no Brasil e também o primeiro a ser adaptado para os cinemas. Ele conta da história de Mia, uma jovem musicista de 17 anos que vê a sua vida “com os seus próprios olhos”, literalmente. 

Em um dia, onde a neve está se desfazendo na pequena cidade de Oregon, Mia e sua família decidem fazer um passeio de carro e um trágico muda completamente a sua vida. 

Não entrarei em detalhes da sinopse, já que o livro é conhecido por bastante gente, seja por meio de suas páginas bem diagramadas, bonitas e muito bem editadas do volume, seja por intermédio da telona dos cinemas – que ainda não tive a oportunidade de ver. 

Quando comecei a ler o livro já senti o coração apertado e a respiração ofegante, simplesmente porque, além de ser narrado pelo ponto de vista da Mia – o que torna tudo muito mais doloroso – a narrativa é feita em horas, nas exatas 24 horas pós-cirúrgico depois de uma operação bem delicada. Mia encontra-se dentro do limbo do coma. 

As primeiras três páginas são doloridas, o leitor acompanha um dia comum na família da garota e, de repente, tudo acaba. Como falei, a narrativa é feita em horas, então, o leitor acaba sabendo que vai acontecer alguma coisa, só não espera que seja tão rápido. 

Falando na transcrição dos fatos, a escrita da autora é muito fluida e direta; e esse, com certeza, é um dos pontos altos do livro. Forman escreve muito bem, algo que cativa desde o início. Se eu ficar não é o tipo de leitura cansativa e chata, até porque, a história por si só carrega uma responsabilidade e tanto. 

A escritora ainda consegue mesclar passado e presente de uma forma bem estruturada. Conforme o leitor lida com a experiência fora do corpo de Mia, ele conhece um pouco mais da vida da garota: suas inseguranças, o início do namoro com Adam, seu nascimento e o do seu irmão e principalmente a sua relação com a música e com o violoncelo. 

Mia é uma personagem linda, não é aquele tipo de mocinha meiga e boba demais, porém não é aquela coisa insuportável; ela é a medida certa. Uma adolescente com medos e anseios, o que impossível o leitor não se identificar com ela de alguma forma. Ela e Adam têm um relacionamento sólido, que também é algo muito palpável, e Adam é apaixonante. Não tem como não amá-lo, não tem mesmo.

Há outros personagens que se destacam bastante como os pais de Mia e sua melhor amiga, Kim. Sobre os pais, apesar de você não passar muito tempo com eles no presente, de alguma forma, você se aproxima deles no passado. 

Agora, o grande destaque do livro é algo que costumamos fazer displicentemente todos os dias: escolhas. 

Quando a jovem percebe exatamente o que está acontecendo com ela e que perdeu toda a sua família, ela percebe que sua vida depende de si mesma. E agora? O que fazer nesse momento? Como você se comportaria se fosse você? Ficaria? Iria? Em determinados momentos, Mia desiste de viver, ela simplesmente diz a si mesma que não vai conseguir fazer muita coisa, que estava cansada e tudo que queria era poder descansar, e eu torcia por isso. 

No entanto, eu pensava em seus familiares, se ela estava ali ainda era por algum motivo, então, eu torcia para que ela não se entregasse e, às vezes, até conversava com ela. 

Se ela desistiu ou não? Bem isso fica com vocês. ;) 

Se eu ficar é uma leitura linda é também emocionante, não teve um momento em que eu não ficasse emocionada com a situação dela. Um romance lindo, que mostra que entre estar vivo ou não hoje, é só uma questão de segundos.

Trineto de Eça de Queirós é vencedor do Prêmio LeYa

Imagem: Prêmio LeYa
Embora "não goste de se lembrar" que é trineto de Eça de Queiroz, Afonso Reis Cabral carrega o talento literário no sangue. O autor de 24 anos recebeu hoje o Prêmio LeYa 2014, no valor de cem mil euros, pelo livro O meu irmão. O anúncio feito pelo presidente do juri, Manuel Alegre, aconteceu na manhã desta sexta-feira, 17.

A escolha foi realizada por um juri composto pelos autores Nuno Júdice, Pepetela e José Castello, pelo ensaísta José Carlos Seabra Pereira, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Lourenço do Rosário, Reitor do Instituto Superior Politécnico e Universitário de Maputo, e pela brasileira Rita Chaves, professora da Universidade de São Paulo. Concorriam ao prêmio 361 originais oriundos de 14 países. O livro de Cabral venceu todos eles por unanimidade.

Abaixo segue o comunicado feito pelos responsáveis da premiação:

DECLARAÇÃO DO JURI DO PRÉMIO LEYA 2014 – 17/10/2014 O júri do Prémio LeYa, reunido ontem e hoje em Alfragide, deliberou por unanimidade distinguir a obra O Meu Irmão, de Afonso Reis Cabral.
O livro premiado trata de um tema delicado, que poderia suscitar uma visão sentimental e vulgar: a relação entre dois irmãos, um deles com síndrome de Down. A realidade é trabalhada de uma forma objectiva e com a violência que estas situações humanas, podem desenvolver, dando também um retrato social que evita tomadas de decisão fáceis, obrigando a um investimento numa leitura que nos confronta com a dificuldade de um mundo impiedoso. Há no entanto uma tonalidade lírica na relação que se estabelece entre dois deficientes e que salva, através de apontamentos de poesia e de humor, o desconforto de quem vive este problema. 
Sobre o autor 
Afonso Reis Cabral nasceu em Lisboa em 1990 e cresceu no Porto onde estudou, no Colégio dos Cedros até ao 9º ano e na Escola Secundária Rodrigues de Freitas. Em 2005 publicou o livro de poemas “Condensação” onde reúne poemas escritos entre os 10 e os 15 anos. Afonso escreve desde os 9 anos, começou na poesia e depois experimentou a prosa. Em 2008 ficou em 8º lugar no “7th European Student Competition in Ancient Greek Language and Literature” entre 3532 concorrentes de 551 escolas europeias e mexicanas. Foi o único português a concorrer. É licenciado em Estudos Portugueses e Lusófonos, pela Universidade Nova de Lisboa, instituição de onde tem, também um mestrado em Estudos Portugueses. Trabalhou como revisor em diversas editoras e sempre se imaginou a trabalhar na área cultural. Atualmente trabalha numa editora. 

[Evento] Jairo Sarfati na I Jornada Literária Infanto-Juvenil UFC


O escritor Jairo Sarfati estará na I jornada literária da Universidade Federal do Ceará, em que falará sobre literatura com os participantes. O evento acontecerá no campus Benfica, no dia 28 de outubro, às 10h, e será aberto ao público gratuitamente.

Para os estudantes de Letras que quiserem obter horas de atividade extracurricular, o evento vale 15 horas, a inscrição é feita no C.A. de Letras da UFC, campus Benfica, no valor de R$ 5,00. Também haverá a venda do livro do autor, Diário Póstumo de Charlotte, publicado pela editora Novo Século.
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