sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Harry Potter será adaptado para o teatro

J.K. Rowling e um dos livros da série Harry Potter
Os fãs de Harry Potter já podem ficar contentes com a novidade comunicada na página oficial da J.K. Rowling no facebook: a história do bruxinho mais querido de todos os tempos será adaptada em forma de peça teatral.

Segundo o anúncio, a peça abordará a vida prévia de Harry, quando ele ainda vivia com os tios e dormia no armário embaixo da escada.

O que era para acontecer com o garoto do armário embaixo das escadas? Esta nova peça, que será desenvolvida para o teatro britânico, explorará a prévia e não contada história de Harry, nos seus anos como um órfão preso. Com a participação de alguns nossos personagens preferidos dos livros de Harry Potter, este novo trabalho oferecerá uma visão única do coração e da mente do agora legendário e jovem bruxo. Um menino aparentemente normal, para quem o Destino tinha planos...

J.K. Rowling afirmou que "nos últimos nos, fui abordada uma série de vezes para transformar Harry Potter em uma produção teatral, mas a visão de Sonia e Colin é a única que realmente fez sentido para mim, e que teve a sensibilidade, intensidade e intimidade apropriada para levar a história de Harry aos palcos. Depois de um ano de planejamento, é animador ver esse projeto caminhando para a próxima fase. Eu gostaria de agradecer à Warner Bros. por continuar apoiando esse projeto"

[Vídeo] Sete atos com As palavras de Clarice Lispector

No último dia 10 de Dezembro, o Instituto Moreira Salles promoveu o evento Além do vento há uma outra coisa que sopra – Sete atos com As palavras de Clarice Lispector, como parte da Hora da Clarice - como forma de comemorar o aniversário de nascimento da autora.

Agora, os fãs da escritora podem assistira na íntegra as leituras feitas pelas atrizes Cláudia Abreu e Malu Mader, de frases selecionadas pelo acadêmico e pesquisador, Roberto Corrêa dos Santos, curador do livro As palavras, publicado pela Editora Rocco.


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Leia o primeiro capítulo de "A estrela que nunca vai se apagar"

A editora Intrínseca liberou o primeiro capítulo da história da garota de 16 anos que perdeu a batalha contra o câncer em 2010 e inspirou John Green na criação de A culpa é das estrelas. 

Esther Earl conta sua história em A estrela que nunca vai se apagar, que será lançado no Brasil e nos EUA em 28 de janeiro. 



Editora sueca contrata autor para dar continuidade à trilogia Millennium


A criação da série Millennium foi interrompida na elaboração do quarto livro, devido à morte de seu autor, Stieg Larsson. Com três livros publicados - Os Homens que Não Amavam as Mulheres, A Menina que Brincava com Fogo e A Rainha do Castelo de Ar - a saga que conta a história do jornalista Mikael Blomqvist e da hacker Lisbeth Salander é sucesso de público e crítica, tendo suas narrativas adaptadas para o cinema não apenas na Suécia.

Agora, a editora sueca Norstedts contratou o autor David Lagercrantz, com o objetivo de dar continuidade à série. Segundo o comunicado da editora, a ideia é publicar o novo romance no segundo semestre de 2015, sendo que este livro não conterá partes da obra inacabada deixada por Larsson em 2004.

No Brasil, a trilogia Millennium foi publicada pela Companhia das Letras - que até o momento da redação desta notícia, não se pronunciou sobre o assunto.

Para saber mais sobre a trilogia, acesse o hotsite sobre os livros.

[Lançamento] Novidade da Editora Unesp

Para quem gosta das ciências sociais e da filosofia, este lançamento da Editora Unesp dá pano para a manga. Em Teoria e práxis, de Jürgen Habermas, seu autor
"analisa a relação entre teoria e práxis no contexto das sociedades modernas, surgidas do desenvolvimento de uma 'civilização cientifizada'. Com base na perspectiva dessa relação, ele examina criticamente os efeitos colaterais reificantes da racionalização social sobre o cotidiano dos sujeitos. Na abordagem da hegemonia do cientificismo, o filósofo parte de sua própria interpretação acerca do declínio da doutrina clássica da política, tal como esta se apresenta na filosofia prática de Aristóteles, e, ainda, da ascensão da moderna 'ciência da política' inaugurada por Hobbes. Ele aponta, então, uma tendência generalizada, na modernidade, de redução das esferas da práxis a certa racionalidade instrumental, em que o padrão da técnica e da ciência influencia os critérios de interação social. Habermas analisa tal tendência do ponto de vista da própria 'teoria' – ou seja, a maneira como a filosofia social e a teoria política incorporaram o modo de proceder das ciências naturais – e também da perspectiva da “ação social”, avaliando as consequências do progresso técnico-científico sobre os comportamentos adaptativos dos sujeitos e a formação de uma consciência tecnocrática. O filósofo assume esses dois referenciais de análise após ter modificado sua teoria, ao longo da década de 1960. Ele passa a privilegiar ora uma abordagem mais epistemológica em que a 'cientificização' é vista pelo viés do desenvolvimento da própria teoria, ora a perspectiva dos “participantes” situados diretamente na estrutura social da práxis, isto é, as formas de ação baseadas em discursos racionais. Em todo caso, é o diagnóstico de época, aquele compreendido pela 'cientificização da política', que servirá a Habermas como fio condutor tanto de suas análises sobre os clássicos da teoria política e da filosofia social quanto para determinar sua posição diante dos desafios do presente".

[Lançamentos] Novidades da Companhia das Letras

Nesta semana a Companhia das Letras está lançando duas obras. Confira!


Fabriqueta de ideias, de Katia Canton 
Com tantas novidades ligadas à tecnologia surgindo a cada dia, é difícil não se conectar a esse mundo que existe dentro das telas. Mas ainda é possível se divertir — e muito! — com papel, lápis e tesoura, ou mesmo só com a imaginação. Este livro traz mais de oitenta opções de brincadeiras e atividades criativas, que não saem de moda e não perdem em nada para os computadores, tablets e companhia. Além de serem superdivertidas, elas vêm acompanhadas de reflexões sobre arte, ecologia, cultura, história e literatura. Então aceite um convite especial: abra as portas desta pequena grande fábrica de ideias e explore novos jeitos de pensar e recriar o mundo. 

Medo: Histórias de terror, seleção de Hélène Montardre
(Tradução de Julia da Rosa Simões)
Por mais estranho que isto pareça, às vezes sentir medo pode ser bom. Principalmente quando temos certeza de que o perigo não é real e tem hora pra acabar: ele está dentro de um livro, de um filme ou em alguma história que ouvimos, e aí é só deixar a imaginação rolar e aproveitar o frio na barriga. Com esta coletânea, que reúne o que há de melhor em matéria de diabos, cemitérios, animais estranhos, casas abandonadas, assombrações e mortos-vivos — de autores clássicos e contemporâneos –, não vai ser difícil experimentar um nó na garganta, o coração disparado, tremores e calafrios.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

[Resenha] Eu sou Malala, de Malala Yousafzai com Christina Lamb

É impossível querer conhecer e entender a história de quem e a “garota que defendeu o direito à educação e foi baleada pelo talibã” sem passar por outros momentos que precedem o seu nascimento. A vida da Malala que emocionou o mundo começa muito antes, com o surgimento de seu país, com a luta de seu pai numa tentativa de abrir as portas educacionais às crianças paquistanesas. Logo, Eu sou Malala é um livro que intrinsecamente narra estas três histórias: a da formação do Paquistão, a da formação da família Yousafzai e a da própria Malala e seu atentado.

Logo no prólogo, temos uma breve descrição de como foi o momento em que Malala foi baleada e desde já, somos levados a várias reflexões. Dentre elas, nos perguntamos: de que vale a violência gratuita?

A obra é dividida em 5 partes. Na primeira, há uma descrição de como a família Yousafzai se constituiu e de como era a vida antes da chegada do Talibã ao vale do Swat. Esta parte é fundamental, pois ela apresenta ao leitor as crenças, os costumes, o modo de vida da comunidade do vale, além de ser uma justificativa das convicções de Malala. A menina cresceu vendo a luta de seu pai para ter e manter suas escolas abertas, além disso, sempre gostou de ouvir as conversas dos mais velhos sobre política.

A segunda parte retrata a chegada do Talibã ao vale, a destruição do patrimônio histórico-cultural da região, a resistência de Malala e seu pai à pressão sofrida para o fechamento da escola de meninas. A violência presente no dia a dia das pessoas passa a ser cada vez mais presente e intensa. Até que culmina no que vem descrito na parte três: o atentado sofrido pela Malala – não mais por ela frequentar a escola, mas sim por ela o fazer e discursar contra as ideias radicais e extremistas dos talibãs.

Até este ponto da leitura, o livro me deixou muito dividida: se por um lado eu admiro a força e a determinação de Malala e sua família, na luta pelos direitos básicos das pessoas do Swat (seja na questão educacional, seja dividindo a própria comida com quem não tinha um grão de arroz para se alimentar); por outro, a crueldade a troco de nada, a violência, a privação e a busca desenfreada por poder só me deixou abalada. Ver os rumos da nossa humanidade assusta em certos aspectos e Eu sou Malala nos mostra uma realidade tão cruel que é impossível não se sensibilizar e não temer tudo isso.

No meio do livro há fotos dos momentos mais marcantes da vida da Malala.
A quarta parte é que relata os momentos de desespero em que os pais da Malala não sabiam ao certo a gravidade de seu acidente. Nela vemos também como a falta de infraestrutura pode ser fator determinante para o fracasso de um tratamento médico – o que me fez traçar um paralelo e pensar na realidade brasileira e no quanto as pessoas pobres sofrem com isso. É nesta parte também que vemos com detalhes como a Malala viaja até a Inglaterra, para – na quinta e última parte – entendermos como ela e sua família se estabelecem em Birmingham.

A obra termina com um prólogo em que Malala faz um relato de como é a sua vida atualmente. Percebe-se então a importância da liberdade em nossas vidas. Uma coisa é mudarmos de país por opção própria; outra é ser forçado a fazê-lo da noite para o dia, sem ter uma perspectiva de retorno. Ainda que Malala viva em pleno conforto – e possa estudar em liberdade – seu maior desejo é ver as árvores do Swat novamente, fato que não há perspectiva de acontecer tão cedo.

Eu sou Malala é um livro simples e ao mesmo tempo profundo. Sua leitura é fácil; seus fatos complexos; suas palavras tocantes e transformadoras, capazes de mudar uma vida inteira. Não há como terminar esta leitura sendo a mesma pessoa que a iniciou. Malala é exemplo, é perseverança, é vida - mesmo com o mundo dizendo para que ela fosse contra a todos os seus princípios. 

“‘Que possamos pegar nossos livros e canetas’, eu disse. ‘São as nossas armas mais poderosas. Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo’”. (Eu sou Malala, Malala Yousafzai – página 324).

Capa.
Livro: Eu sou Malala
Subtítulo: A história da garota que defendeu o direito à educação e foi baleada pelo Talibã
Autor: Malala Yousafzai - com Chirstina Lamb
Tradução: Caroline Chang, Denise Bottman, George Schlesinger, Luciano Vieira Machado
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 360
Sinopse: Quando o Talibã tomou controle do vale do Swat, uma menina levantou a voz. Malala Yousafzai recusou-se a permanecer em silêncio e lutou pelo seu direito à educação. Mas em 9 de outubro de 2012, uma terça-feira, ela quase pagou o preço com a vida. Malala foi atingida na cabeça por um tiro à queima-roupa dentro do ônibus no qual voltava da escola. Poucos acreditaram que ela sobreviveria. Mas a recuperação milagrosa de Malala a levou em uma viagem extraordinária de um vale remoto no norte do Paquistão para as salas das Nações Unidas em Nova York. Aos dezesseis anos, ela se tornou um símbolo global de protesto pacífico e a candidata mais jovem da história a receber o Prêmio Nobel da Paz. Eu sou Malala é a história de uma família exilada pelo terrorismo global, da luta pelo direito à educação feminina e dos obstáculos à valorização da mulher em uma sociedade que valoriza filhos homens. O livro acompanha a infância da garota no Paquistão, os primeiros anos de vida escolar, as asperezas da vida numa região marcada pela desigualdade social, as belezas do deserto e as trevas da vida sob o Talibã. Escrito em parceria com a jornalista britânica Christina Lamb, este livro é uma janela para a singularidade poderosa de uma menina cheia de brio e talento, mas também para um universo religioso e cultural cheio de interdições e particularidades, muitas vezes incompreendido pelo Ocidente. “Sentar numa cadeira, ler meus livros rodeada pelos meus amigos é um direito meu”, ela diz numa das últimas passagens do livro. A história de Malala renova a crença na capacidade de uma pessoa de inspirar e modificar o mundo.

Clique aqui para ler o trecho disponibilizado pela editora.
Veja aqui o livro no skoob.

PS: No livro a Malala cita um documentário que o jornal The New York Times fez sobre ela e a violência no Vale do Swat, chamado Class Dismissed in Swat Valley. Como o vídeo está disponível no youtube, segue abaixo. Ele é em inglês, mas mesmo quem não sabe o idioma consegue ter a dimensão da crueldade por todos vivida. Só em ver as imagens também dá para perceber o quanto a Malala foi corajosa em discursar tantas vezes contra o Talibã.



Sobre a Autora:
Fernanda RodriguesFernanda Rodrigues é bacharela em Letras (Português e Inglês) e licenciada no curso de Formação de Professores da USJT. Além de ser professora de Língua Inglesa, é louca por assuntos que envolvam a Literatura, as demais artes e o processo de ensino e aprendizagem. Escreve no Algumas Observações, no Escritos Humanos, no Teoria, Prática e Aprendizado e no designdiPoesia

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Novo Livro da Escritora Tais Cortez



A escritora Tais Cortez, está lançando seu novo livro, O último homem do mundo, pela Amazon.com.br. Durante cinco dias ele está na promoção e poderá ser baixado gratuitamente.

Sinopse: "O último homem do mundo" conta a história de Amanda, uma jovem de dezesseis anos que é matriculada contra sua vontade no Educação de Elite, o colégio interno mais renomado do país, onde apenas os filhos da elite nacional estudam. Sua mãe, uma atriz mundialmente famosa, não sabe como lidar com a filha. Amanda é rebelde e tem personalidade forte. Determinada a conseguir ser expulsa, ela é capaz das maiores loucuras. O que ela não esperava era fazer amizades que a farão rever seu plano...e que fosse se apaixonar perdidamente pelo último homem que sua consciência escolheria...

Link da Amazon: Clique Aqui

Comunidade do Facebook: Clique Aqui

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

[Lançamento] Novidade da Editora Baraúna



No próximo mês a Editora Baraúna lançará uma obra de suspense; "A Casa da Cristaleira" de J.R. Digenio.

A Casa da Cristaleira: A obra narra a história de uma familia, os Parkers, que após sofrer um grande trauma, encontram-se insatisfeitos com o rumo de suas vidas, por isso decidem se mudar para os Estados Unidos em busca do sonho americano.Os Parkers vão morar em uma linda casa em Nova Jersey. Dentro do local existe uma cristaleira aparentemente antiga, mas que ainda mantém seu intenso brilho e encanto. Will Parker não sabia o motivo do tamanho de seu fascínio pelo objeto, assim como ficava curioso e assustado com os fenômenos sobrenaturais que ocorriam nas noites de lua cheia naquela cidade.Ao mesmo tempo, crianças estavam sendo raptadas na região e a polícia não tinha nenhuma pista, o que fazia a população se sentir insegura e descrente nas autoridades. Nesta época, Will passa a ter visões sobre esses estranhos desaparecimentos e sofre por não ter certeza se são reais, porém, em sua busca por uma resposta acaba sendo considerado o principal suspeito dessa misteriosa trama onde, literalmente, as aparências enganam.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

[Resenha] Dois Rios - Um amor, um segredo e as surpresas que a vida reserva

Conhecemos Harper, 34 anos, viúvo, com sua filha Shelly, morador de Dois Rios desde sempre. Harper tem um segredo horrível e tudo o que ele procura é o perdão do crime cometido.

Começamos o livro com um flashback de 1968, onde Harper e seus amigos cometem um crime. Mais para frente, entendemos o motivo e o fato de ter sido feito de cabeça quente.

O livro é escrito em uma narrativa da vida de Harper e de suas lembranças, às vezes, parece que você está lendo o diário dele. Sua vida é simples e triste, por mais que ele ame a sua filha, Shelly, ele é uma pessoa entristecida desde a morte de Betsy, amor de infância e sua mulher posteriormente.

Dois Rios é uma cidade pacata, que parece que parou no tempo e que nada acontece, até que algo choca a cidade toda. A exemplo, temos a morte de Betsy e o novo acidente horrível que mobilizou todo o lugar: um acidente de trem na linha ferroviária de Dois Rios, matando várias pessoas.

Nesse acidente conhecemos Maggie, uma adolescente de 15 anos e grávida, que estava indo para o Canadá para ter seu filho, porém com o decorrer da narrativa, descobrimos que não é bem assim essa história que ela conta.

Maggie pede ajuda a Harper e mesmo receoso ele aceita ajudá-la. Vimos Maggie e Shelly ficarem bem amigas.

Sinceramente a história só fica boa mesmo, quando Betsy morre. Isso acontece quase no final do livro. Não gosto dessa coisa de parecer um diário, quando você está lendo te deixa um pouco confusa essa mudança de tempo, ano e histórias.

No decorrer do livro, descobrimos muitas coisas com Harper e como ele tem uma meia-irmã. Como sua mãe foi realmente morta e muitos outros fatos que o ajudam a superar pelo menos um pouco a morte de Betsy.

Dois Rios é uma obra que aborda amor, escolhas erradas, gravidez, racismo, o cotidiano da vida.

Livro: Dois Rios - Um amor, um segredo e as surpresas que a vida reserva
Autor: T. Greenwood
Tradução: Rafael Gustavo Spigel
Editora: Nova Conceito
Lançamento: 2013
Sinopse: Harper Montgomery vive ofuscado pela tristeza. Desde a morte de sua mulher, há 12 anos, ele aprisionou-se em uma pequena cidade, Dois Rios, onde todo mundo se conhece, porque ali — justifica-se — poderia criar melhor sua única filha. Atormentado pelo desgosto, Harper prefere esconder-se.
Mas a verdade é que a morte de sua mulher é somente um dos motivos de sua dor. Além de sofrer por sua perda, ele se sente culpado por um ato abominável: quando mais jovem foi cúmplice de um crime brutal e sem sentido. Há muito sentimento em jogo quando se trata de sua vida cheia de remorsos...
Então, um acidente de trem oferece a Harper a chance de redenção: uma das sobreviventes, uma menina de 15 anos, grávida, precisa de um lugar para ficar, e ele se oferece para levá-la para casa.
No entanto, a aparição dessa menina, Maggie, não tem nada de simples acaso, talvez, ela tenha alguma coisa a ver com o crime do qual ele participou um dia...
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