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domingo, 2 de novembro de 2014

[Resenha] Uma Página de cada Vez, de Adam J. Kurtz

Com a ideia de se desapegar ao livro e refletir sobre a vida utilizando suas páginas, o artista gráfico americano Adam J. Kurtz traz para nós, por meio da editora Paralela, uma ótima forma de fazer o leitor interagir com seu eu interior.
Com muita ironia, sugestões e pedidos o autor consegue nos prender e a responder mais de uma de cada vez (pelo menos comigo foi assim). O ideal é como diz o título, Uma Página de Cada Vez. Quase como se fosse “um passo de cada vez”, para encontrar o que deseja.
Essa nova moda de livros que buscam um envolvimento do leitor com o narrador do livro, vem sido bastante proveitosa para o mercado literário do país, vide o caso de “Destrua Esse Diário”, que nos fez sair da zona do “não estrague meu livro”, para “deixa só eu jogar um pouco de café aqui nessa página”. Espero que Uma Página consiga ser tão bem sucedido com sua ideia. Não é só uma questão de desapego, é autoconhecimento. Reflexão.
Achei a iniciativa bastante divertida, a pessoa não consegue parar de escrever, desenhar, ou até mesmo colar objetos nas páginas do livro, como uma mecha do seu cabelo, por exemplo (SIM! Não estou brincando). A diagramação do livro também é um destaque. Não sei como está no original, mas a versão brasileira está de parabéns.
Largue o celular e pegue mesmo um lápis. Use e abuse de “1 Página de Cada Vez”. Te prometo que, como diz atrás do livro, a internet não vai desaparecer e você irá descobrir coisas suas que nunca imaginaria.

Livro: Uma Página de Cada Vez
Autor: Adam J. Kurtz
Páginas: 368
Editora: Paralela
Sinopse:  No seu primeiro livro, o artista gráfico americano Adam J. Kurtz usa provocações divertidas como esta para fazer o leitor refletir sobre sua vida ao mesmo tempo em que testa a própria criatividade. Como o título diz, cada página traz uma brincadeira diferente. Pode ser uma pergunta, uma sugestão de desenho ou um pedido para que você crie uma lista de músicas para seu amor verdadeiro ou das melhores fatias de pizza que comeu na vida. O autor também pede para o leitor colar objetos inusitados nas páginas do livro e compartilhar nas redes sociais algumas das anotações feitas nele. Uma maneira espirituosa e lúdica de buscar o autoconhecimento.






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Sobre a Autora:
Suelen Dias   é formada em Marketing e se aventura diariamente em sua segunda graduação, Jornalismo. Colunista do site Up!Brasil, juntou-se com as amigas para colaborar neste blog. Adora um bom chick-lit, romance e às vezes um drama ou aventura. Super encara, ou melhor, devora livros de banca sem preconceito.

sábado, 13 de setembro de 2014

Divulgada a capa de Somente Sua

A autora Sylvia Day divulgou em uma rede social a capa e data de lançamento do quarto livro da série Crossfire. Somente Sua chega ao Brasil dia 18 de Novembro através da editora Paralela.


terça-feira, 23 de abril de 2013

[Resenha] Adeus, por enquanto, de Laurie Frankel

Adeus, por enquanto (Goodbye for now) é o segundo livro da autora Laurie Frankel – também autora de O Atlas do Amor, o livro foi lançamento de março da Companhia das Letras. E levanta as seguintes questões: até onde o amor por um ente querido pode ir? E até que ponto a saudade de um ente querido pode te levar? 

Sam Ealling é um programador, que perde seu emprego por criar um algoritmo que era bom demais para sua empresa; ele conhece Meredith, com quem começa um relacionamento. Mesmo muito apaixonada, Meredith não consegue superar a morte da avó, Livvie. Mais uma vez pensando no bem-estar da moça, Sam cria um algoritmo perfeito, que permite que Meredith converse com sua avó querida. 

O programa funciona tão bem que a moça não quer deixar de usá-lo, e com a ajuda de Dash – primo de Meredith – eles (Sam, Meredith e Dash) criam um negócio para que outras pessoas utilizem o serviço, porém o que Sam não poderia imaginar é que ele teria que usar a sua própria invenção. 

Imagine um livro sensível e tão bem escrito que é capaz de tocar profundamente o seu coração, e não estou exagerando, pois foi assim que me senti durante a leitura de Adeus, por enquanto. Laurie tem uma narrativa tão simples, tão sensível e cativante que quando o leitor menos imagina, já está completamente apaixonada (o) pela história. 

Foi impossível não se lembrar de Um dia, de David Nichols. Sinceramente, adoro essas histórias de amor que são suficientemente reais, a ponto de você acreditar que o seu vizinho está passando ou já passou por isso. As personagens são muito bem desenvolvidas, Sam e Meredith são ótimos, e os diálogos deles são muito bem produzidos.  

... Em uma galeria no andar de cima, Sam recebeu uma mensagem de Meredith que dizia: “Te peguei. Olhei para baixo durante a reunião hoje de manhã e vi que estava usando um sapato azul-marinho e outro preto”. “E por que isso é minha culpa?”, escreveu Sam. “A ausência deixa você louco”, respondeu Meredith. 

O diálogo deles é fantástico! É adulto, porém divertido e o leitor consegue sentir a cumplicidade existente entre eles, com certeza esse é um dos pontos mais positivos da história. O relacionamento chega a um ponto de amadurecimento, que confesso que desejei ter algo muito parecido com isso. 

Durante a leitura, imaginei como seria conversar, até mesmo via computador, com alguém que já se foi, confesso que me deu um desejo enorme de ter esse programinha no meu PC, porém, acredito que essa “invenção” é uma faca de dois gumes. Como foi abordado no livro, ao mesmo tempo em que as pessoas estão felizes, elas estão pulando etapas do luto e quem já passou por isso sabe do que estou falando. É difícil lidar com ele, é difícil passar por ele, e Sam acaba descobrindo da pior forma possível. 

A autora ainda faz uma tênue crítica à sociedade de hoje, e eu concordei com ela em cada ponto. Hoje, vivemos mais preocupados em viver conectados com a internet, ninguém mais consegue ficar sem um smartphone, quem hoje tem mais amigos reais do que virtuais? As pessoas passam tanto tempo vivendo virtualmente que esquecem o quão legal é viver de verdade.  

“Todo mundo passa mais tempo no Facebook do que com pessoas, mais tempo clicando em perfis do que saindo, mais tempo jogando tênis no videogame do que tênis de verdade, e tocando guitarra no videogame do que guitarra de verdade. As redes sociais não são tão sociais assim. Na verdade, é isolamento. Na verdade, é ficar sozinho. Então ao menos eu não sou assim, certo? Ao menos eu tenho você. “Não, Sam”, disse Meredith. “Você está sozinho, de verdade.” 

Adeus, por enquanto é a minha grande surpresa desse ano, a capa é até bonita e reflete muito bem a história, porém eu não esperava algo tão cativante.

“Amar é perder, Sam. Infelizmente, é simples assim. Talvez não hoje, mas algum dia. Talvez não quando ela seja jovem demais e você é jovem demais, mas você está vendo que ser velho não ajuda. Talvez não sua esposa, nem sua namorada, ou sua mãe, mas você vê que amigos morrem, também. Eu não pude poupar você disso da mesma forma que não pude poupá-lo da puberdade. É a condição inevitável da humanidade. É exacerbada pelo amor, mas também simplesmente por sair de casa, por ver o que há lá fora no mundo, por inventar programas de computador que ajudam as pessoas. Você tem medo do tempo, Sam. Algumas tristezas não têm remédio. Algumas tristezas você não consegue melhorar.”

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Sobre a Autora:
Ana CarolineAna Caroline é estudante de Letras Português Francês na Universidade Federal de Sergipe. Adora ler, é apaixonada por séries da Literatura de Fantasia e espera desenvolver um trabalho de pesquisa sobre esse tema na faculdade. Trabalhou em uma livraria, onde o contato diário com os livros levou a desejar criar esse blog. Escreve no Loucuras de Caroline.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Confira os lançamentos da Companhia das Letras/Ed. Paralela

Confira os lançamentos da Companhia das Letras e da Editora Paralela para essa semana: 


 



Junky, de William S. Burroughs (Trad. Reinaldo Moraes) 
Se “clássico da contracultura” não fosse uma contradição em termos, seria o epíteto ideal para definir Junky. Publicado originalmente em 1953, após um demorado e agressivo processo de edição — que excluiu trechos e acrescentou ressalvas do editor a boa parte do texto original —, o romance nasceu da experiência de William S. Burroughs, escritor beat de primeira hora, com drogas pesadas. Sexo casual, violência e aliciamento também estão presentes na narrativa dos anos em que o autor passou de usuário esporádico a dependente e traficante bissexto de morfina. Aqui estão narradas de maneira clara e direta as artimanhas dos junkies para conseguir uma receita controlada, a fragilidade de seu código de conduta quando os estoques da droga chegam ao fim, as viagens em busca de ambientes mais propícios ao vício, como o México, onde o preço do grama era menor. Tudo em Junky gira em torno de mostrar por que a “droga pesada não é um meio de aumentar o prazer de viver, [...] não é um barato. É um meio de vida”. Esta edição definitiva traz a versão original do texto, sem as interferências que por décadas nublaram o vigor deste pequeno clássico do nosso tempo.  

Os anjos bons da nossa natureza, de Steven Pinker (Trad. Bernardo Joffily e Laura Teixeira Motta) Ao longo de sua existência, a humanidade exibiu uma notável tendência de redução do comportamento agressivo, com as taxas de mortes por violência caindo exponencialmente no decorrer dos séculos. Quais sãos as razões dessa mudança? Por que é tão difícil acreditar que vivemos num mundo menos violento hoje? Steven Pinker, um dos cientistas mais importantes da atualidade, delineia neste livro a mais abrangente e coerente teoria sobre por que as estatísticas de violência são hoje tão menores que no passado, jogando luz sobre como as agressões que o futuro reserva podem ser evitadas.  

Fervor das vanguardas, de Jorge Schwartz 
Entre as décadas de 1920 e 1930, a América Latina foi varrida por uma onda de irresistível renovação cultural. No rastro da urbanização, suas pequenas mas combativas vanguardas de escritores, arquitetos, músicos e artistas visuais já não se contentavam com os modelos estéticos servilmente copiados da Europa. Esses pioneiros se voltaram para o substrato “primitivo” das tradições criollas, indígenas e afro-americanas com o ambicioso projeto de fundar uma arte original, ao mesmo tempo enraizada em valores nacionais e conectada com as recentes tendências estrangeiras. Nesta seleção de textos sobre o período mais irrequieto das vanguardas latino-americanas, Jorge Schwartz aborda com uma penetrante visada interdisciplinar o melhor da produção de artistas-chave como Oswald de Andrade, Xul Solar, Joaquín Torres García, Lasar Segall e Oliverio Girondo. O autor analisa a mútua fertilização entre palavra e imagem, assim como os pontos de contato e afastamento entre os modernistas brasileiros e seus confrades hispano-americanos.  

Os amores difíceis, de Italo Calvino (Trad. Raquel Ramalhete) 
Um soldado tímido tenta seduzir uma viúva durante uma viagem de trem; uma respeitável senhora vive o drama de perder a parte de baixo de seu biquíni no mar quando a praia está cheia; um leitor oscila entre a realidade da ficção e a fantasia da realidade; um míope enfrenta as agruras do uso de óculos; uma esposa descobre o adultério e o mundo no botequim da esquina; um bandido e o sargento que o procura resolvem passar a noite na cama da mesma prostituta. Apesar dos temas diversos, nesses contos encontramos sempre um desenho geométrico, um jogo combinatório, uma estrutura de simetrias e oposições em que as peças dialogam em cadência de balé. Não à toa, após a leitura desse livro a escritora canadense Margaret Atwood passou a considerar Calvino o maior escritor italiano do século XX. 

Editora Paralela  

A arte de ouvir o coração, de Jan-Philipp Sendker (Trad. Carolina Caires Coelho) 
Uma história de amor comovente e inspiradora, A arte de ouvir o coração vai ensiná-lo a ver o mundo de outra forma. Um bem-sucedido advogado de Nova York desaparece de repente sem deixar vestígios, e sem que sua família tenha qualquer ideia de onde ele possa estar. Isso até o dia em que Julia, sua filha, encontra uma carta de amor que ele escreveu há muitos anos para uma mulher birmanesa da qual nunca tinha ouvido falar. Com a intenção de resolver o mistério e descobrir enfim o passado de seu pai, Julia decide viajar para a aldeia onde a mulher morava. Lá, ela descobre histórias de um sofrimento inimaginável, a resistência e a paixão que irão reafirmar a crença mo poder que o amor tem de mover montanhas.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Lançamentos da Companhia de Letras

Confira os lançamentos da Companhia de Letras para essa semana:




Corpos estranhos, de Cynthia Ozick (Trad. Sonia Moreira)
Beatrice Nightingale é uma professora escolar de meia-idade que leva a vida estagnada há anos, desde que seu breve casamento acabou. Mas quando o irmão com quem mantinha pouquíssimo contato lhe pede que viaje de Nova York para Paris com a missão de resgatar um sobrinho rebelde, Bea acaba por se envolver completamente com as pessoas da família que durante muito tempo lhe foi alheia. Essa é a primeira de algumas viagens que a levam a repensar suas escolhas e possibilitam escapar das amarras de seu passado. Nas pegadas do romance Os embaixadores, do mestre Henry James, Cynthia Ozick nos conta a história desse resgate que se transforma, aos poucos, na história de uma desilusão. Ela transpõe com maestria a trama de James para os anos 1950, em que seus heróis terão de enfrentar um mundo complexo e brutal, recém destroçado por duas guerras mundiais. 

Beira-mar, de Pedro Nava 
“Vinte anos nos anos 1920″. Essa sentença mágica poderia servir de lema à brilhante geração intelectual integrada por Pedro Nava na Belo Horizonte da última década da República Velha. Carlos Dummond de Andrade, Aníbal Machado, Abgar Renault, Juscelino Kubitschek, Milton Campos e Gustavo Capanema, entre outros escritores, intelectuais e políticos seminais do século XX brasileiro, compõem o notável elenco de seus amigos da rua da Bahia, do Diário de Minas Gerais e da Faculdade de Medicina. Neste quarto volume de suas memórias, unanimemente consideradas o mais importante momento do gênero na literatura brasileira, Nava confere à Amizade – com alegórica inicial maiúscula – um papel de destacada protagonista. Contra o pano de fundo de calorosa cumplicidade entre seus jovens companheiros de vida e literatura, Nava rememora os penosos esforços da formação médica e as metamorfoses sofridas por uma cidade, um estado e um país prestes a serem tragados pelo torvelinho inexorável da modernidade.  

A conquista social da Terra, de Edward O. Wilson (Trad. Ivo Korytovski) 
De onde viemos? O que somos? Para onde vamos? Essas perguntas fundamentais são o ponto de partida deste livro. Em busca das respostas, o autor se concentra na complexa vida social atingida por insetos como formigas, abelhas e cupins, e por pouquíssimos mamíferos – entre eles os seres humanos. Em comum, esses organismos têm um pré-requisito essencial à formação de sociedades avançadas: a necessidade de se fixar em um ninho e defendê-lo de inimigos. No caso dos seres humanos, esses ninhos são acampamentos, aldeias, cidades. O que nos permitiu chegar a uma organização social ainda mais complexa é um corpo avantajado com um cérebro grande e desenvolvido, características que possibilitaram ao homem pré-histórico dominar o fogo e se embrenhar por caminhos tecnológicos. A grande preocupação do pai da sociobiologia neste livro é elucidar os mecanismos evolutivos por trás do surgimento das gigantescas sociedades de formigas e da cultura de nossa espécie. Está aí, para ele, o cerne da natureza humana.  

O jantar errado, de Ismail Kadaré (Trad. Bernardo Joffily) 
Em sua primeira noite sob ocupação do Exército nazista, em 1943, Girokastra assiste a um jantar que intriga os moradores da pequena cidade no sul da Albânia, onde as lendas milenares competem com as últimas fofocas. O dono da casa é o doutor Gurameto Grande, uma instituição local; o convidado, o coronel Fritz von Schwabe, comandante da tropa invasora. Ao som do gramofone, em meio a valsas e brindes com champanhe, o médico convence o alemão a libertar oitenta reféns em vez de fuzilá-los. Mas desde o início os moradores quebram a cabeça em busca de explicações para os intrigantes detalhes daquela noite. Dez anos depois, a história terá seu desfecho, que se mistura ao “Complô das Batatas Brancas” e à ação dos serviços secretos no campo comunista.  

O humano mais humano, de Brian Christian (Trad. Laura Teixeira Motta) 
Todo ano, cientistas e entusiastas da inteligência artificial se reúnem em um evento onde é aplicado o famoso teste de Turing, no qual programas sofisticados enfrentam humanos para determinar se computadores podem pensar. A máquina que se sai melhor é consagrada como o Computador Mais Humano. Resta ao membro mais convincente da nossa espécie a distinção de Humano Mais Humano. É esse prêmio que o filósofo e poeta Brian Christian vai buscar. Usando um relato da competição como ponto de partida para uma investigação abrangente e fascinante, Christian repensa: o que significa ser humano? 

Um encontro, de Milan Kundera (Trad. Teresa Bulhões Carvalho da Fonseca) 
Por meio de uma singular seleção de artistas – de Beethoven a Fellini, de Francis Bacon a Gabriel García Márquez -, Milan Kundera revisita em Um encontro, seus vários interesses estéticos: música, cinema, literatura e artes visuiais. Os bastidores da criação literária intercalam-se com reflexões sobre o ofício de outros autores, entre contemporâneos como Philip Roth e antecessores consagrados como Dostoiévski. Neste mosaico de impressões, lembranças e textos críticos, a sensibilidade humanista tão característica do autor de A insustentável leveza do ser transparece, sobretudo nas agudas observações acerca da República Tcheca, seu país natal. Ao longo destes encontros com obras, mulheres e homens notáveis, Kundera procura apreender o que neles há de mais essencial, isto é, “aquilo que o próprio artista, só ele, pode dizer”.  

Editora Seguinte  

O cavaleiro fantasma, de Cornelia Funke (Trad. Laura Rivas Gagliardi) 
Jon Whitcroft não estava nada feliz naquele internato. Tinha saudade de casa e não via a hora de provocar algum acidente envolvendo o Barba, o novo – e insuportável – namorado de sua mãe. Até que, na sexta noite em Salisbury, Jon encontra um motivo ainda maior para sair correndo dali: ele passa a ser perseguido por um bando de fantasmas, que desejavam nada mais, nada menos que a sua morte! Mas, em vez de pedir ajuda para a mãe, ele recorre a outro protetor: Sir William Longspee, um cavaleiro fantasma que, depois de ser assassinado, jurou zelar pelos fracos e inocentes. Air William cumpre sua promessa e, ao lado de Jon, percorre cemitérios, duela contra zumbis e vai em busca de seu próprio destino – revelando aos poucos sua história repleta de mistérios.  

Editora Paralela  

Adeus, por enquanto, de Laurie Frankel (Trad. Maria Alice Stock) 
E se o amor continuasse além da vida? Laurie Frankel, a talentosa autora de O atlas do amor, inova em seu segundo romance, no qual conta a história do jovem casal que estendeu seu amor para além dos limites da vida. Não é milagre e nem magia, é pura ciência da computação! Graças ao software que Sam Elling, um divertido programador do MIT, desenvolve, torna-se possível conversar com projeções perfeitas de pessoas queridas que morreram. Assim, ele ajuda sua namorada a superar a perda recente da avó, mas não esperava que um dia fosse precisar se tornar usuário de seu próprio programa… Esta é uma história de amor do século XXI, encantadora e original, que nos faz pensar na vida (real e virtual) e na morte, nas paixões e nas perdas. Se de fato nada dura para sempre, talvez o amor desafie a ordem natural, e dizer adeus pode ser apenas um começo. 


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Lançamentos da semana da Companhia das Letras

Confira os lançamentos dessa semana da Companhia das Letras, editora Paralela e selo Seguinte:



  



As virgens suicidas, de Jeffrey Eugenides (Trad. Daniel Pellizzari) 
Num típico subúrbio dos Estados Unidos nos anos 1970, cinco irmãs adolescentes se matam em sequência e sem motivo plausível. A tragédia, ocorrida no seio de uma família que, em oposição aos efeitos já perceptíveis da revolução sexual, vive sob severas restrições morais e religiosas, é narrada pela voz coletiva e fascinada de um grupo de garotos da vizinhança. O coro lírico que então se forma ajuda a dar um tom sui generis a esta fábula da inocência perdida. Adaptado ao cinema por Sofia Coppola, publicado em 34 idiomas e agora em nova tradução, o livro de estreia de Jeffrey Eugenides logo se tornou um cult da literatura norte-americana contemporânea. Não por acaso: essa obra de beleza estranha e arrebatadora, definida pela crítica Michiko Kakutani como “pequena e poderosa ópera no formato inesperado de romance”, revela-se ainda hoje em toda a sua atualidade.  

Editora Paralela  

Os cães sonham?, de Stanley Coren (Trad. Elvira Serapicos) 
Os cães sonham? Eles conseguem se reconhecer no espelho ou entender o que veem na televisão? Eles são mais inteligentes que os gatos? As pessoas têm muita curiosidade – e pouca informação correta – sobre como os cachorros pensam, agem e compreendem o mundo. Stanley Coren resgata décadas de pesquisa científica sobre cachorros para fazer uma incursão inédita à vida social e emocional de nossos companheiros caninos, desmentindo vários mitos pelo caminho. Coren responde as perguntas mais frequentes que recebeu de donos de cachorro, aliando a autoridade de um expert ao estilo informal de alguém que, como todos nós, adora cães. 

Editora Seguinte  

Destino sombrio, de Luís Dill 
No presente, Gildo dirige misteriosamente por uma estrada. No passado, há uma história de amor que não deu certo. No futuro, ele chegará a seu destino e reencontrará o irmão, que acabou de ter um filho e não espera por essa visita. Mas por que tanta agonia? O que ele esconde? De que ou de quem ele foge? Por quê? Uma história contada em três tempos, cheia de mistério e tensão.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Editora Parceira: Companhia das Letras

Olá amigos e leitores do Nosso Clube do Livro

É com grande satisfação que anunciamos mais uma parceria com editoras! Dessa vez é a Companhia das Letras e seus selos Seguinte e Paralela

Ficamos muito felizes com parceria e agradecemos as editoras pela confiança depositada no nosso trabalho! Conheça um pouco a editora:

A Companhia das Letras foi fundada em 1986. Desde então já publicou mais de 3 mil títulos, de 1500 autores, incluindo os lançamentos dos outros selos da editora: Companhia das Letrinhas, Cia. das Letras, Companhia de Bolso, Quadrinhos na Cia., editora Claro Enigma e Penguin-Companhia. 

Em 2012 foi anunciada a criação de 4 novos selos: Editora Paralela, voltada para a publicação de livros de entretenimento destinados ao grande público; Editora Seguinte, o novo selo jovem da Companhia das Letras; Portfolio Penguin, que atuará na área de negócios, política e economia; e Boa Companhia, série que reunirá, em antologias temáticas, grandes nomes da literatura nacional e estrangeira. 

A Companhia das Letras evoluiu muito nesses 25 anos, mas sem perder de vista o respeito à inteligência do leitor. Hoje em dia lança mais de 300 títulos por ano, de diversos assuntos e estilos, mas sempre com uma mesma proposta: a vontade de publicar livros que, pela qualidade do texto e da produção gráfica, sejam um convite à leitura. 

Na rede: 

Twitter: http://twitter.com/cialetras
Facebook: http://facebook.com/companhiadasletras
Facebook da Seguinte: http://facebook.com/editoraseguinte
Facebook da Paralela: http://facebook.com/editoraparalela


segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Confira os lançamentos da Companhia das Letras

Confira os lançamentos da Companhia das Letras e da Editora Paralela para essa semana.





O leão e a estrela, de Mariana Zanetti 
Nem sempre é fácil sair de casa de manhã e enfrentar o dia que temos pela frente. Mas, em geral, com uma ajudinha, ou apenas com a nossa confiança, conseguimos vencer o medo e seguir em frente. Já o leão desta história preferia ficar sempre sozinho em sua caverna e sair somente à noite, quando corria até o lago para observar as estrelas nele refletidas. Seu medo era tão grande que ele nem levantava a cabeça, e assim não sabia que, na verdade, as estrelas moravam no céu. Até que um dia, uma estrela resolve descer à terra.  

Adonis, de Blandina Franco 
Adonis era um filhote de elefante como qualquer outro: adorava correr por aí, rolar na lama e derrubar algumas árvores pelo caminho. Acontece que, um certo dia, durante o banho de rio, Adonis percebeu uma coisinha nas costas, uma coisinha que ele nunca tinha visto ali – pois é, de repente ele tinha asas! 

 Editora Paralela  

Corpo de delito, de Patricia Cornwell (Trad. Celso Nogueira) 
Cary Harper é um escritor famoso. logo após o cruel assassinato de sua filha adotiva, ele também é assassinado. A irmã de Harper morre em circunstâncias igualmente misteriosas. Quem cometeu os crimes? Por que cometeu? Essas são as perguntas que guiam a médica-legista Kay Scarpetta. Além das provas que consegue colher nos corpos levados ao necrotério, Scarpetta sai a campo com o chefe de polícia Pete Marino e com o agente do FBI Benton Wesley na tentativa de solucionar o caso. As mais variadas hipóteses vão sendo sucessivamente abandonadas. Nada parece dar conta de todas as circunstâncias. Um dia, porém, a dra. Scarpetta recebe a visita de um desequilibrado mental que acaba fornecendo a única pista para a identidade do assassino. Envolvida demais no caso, a jovem legista começa a receber telefonemas ameaçadores. Seria ela a próxima da lista?
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