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sábado, 9 de março de 2013

[Resenha] O fazedor de velhos, de Rodrigo Lacerda

Intenso como a adolescência e sábio como a maturidade. Assim é O fazedor de velhos, escrito pelo carioca Rodrigo Lacerda. A narrativa da obra é feita por Pedro, um estudante do curso de História que está em crise existencial. Será que a História é mesmo o melhor caminho a seguir? Se questionando a este respeito, Pedro busca a sua verdade interior por meio da orientação de um historiador renomado – e rabugento – que se nomeia seu “mestre”.

Ilustrações.
Entre algumas ilusões e desilusões, o livro nos faz pensar no nosso papel na sociedade, seja ele racional ou emocional. Por meio das vivencias de Pedro, também passamos a refletir o papel dos pais na formação dos filhos, o papel da literatura na vida das pessoas e em como o tempo pode ou não comprovar como verdadeiros certos paradigmas que carregamos por toda vida. 

A narrativa é daquelas que nos faz querer devorar o livro desde a primeira linha. Além de ser uma obra bem escrita, as referências que o autor insere ao longo da narrativa e a forma que beira a poesia, faz com que os leitores se apaixonem desde o principio. Os personagens criados por Lacerda têm dilemas tão inerentes à maioria das pessoas que é impossível não se identificar. Afinal, quem nunca amou, quem nunca se perguntou se fazia ou não a coisa certa, quem nunca perdeu alguém importante? 

O fazedor de velhos é um daqueles romances que fazem da nossa vida mais bela, mais leve e, como não poderia deixar de ser, nos torna um pouquinho mais sábios.

Rodrigo Lacerda
Capa
Livro: O fazedor de velhos
Autor: Rodrigo Lacerda
Ilustrações:  Adrianne Gallinari
Texto de orelha: Antonio Prata
Páginas: 136
Editora: Cosac Naify
Sinopse: O livro de Rodrigo Lacerda, que já vendeu mais de 32 mil exemplares, chega à sexta reimpressão. Na obra, o autor narra a passagem de Pedro para a vida adulta. O adolescente descobre que a vida pode não ser tão doce quanto a primeira paixão, e encontra na literatura um caminho para buscar suas respostas. Mas o que torna O Fazedor de Velhos uma novidade do gênero é sua capacidade de reavivar a ternura e o afeto como sentimentos que também participam do processo de amadurecimento. Neste romance de iniciação, Rodrigo traça o retrato de um artista quando jovem. O personagem Pedro tem dúvidas sobre seus caminhos, o que o leva a pensar em desistir da faculdade de história. Eis que conhece Nabuco, um professor que o auxilia na difícil tarefa de se colocar no mundo. E por meio dos livros conhecerá a si mesmo. Sobretudo quando aparece Mayumi, por quem sentirá uma nova forma de amor. A prosa de Rodrigo Lacerda, ora bem-humorada ora emotiva, dialoga com leitores de todas as idades.
Trechos: Abertura | Um velho tipo de amor

Sobre a Autora:
Fernanda RodriguesFernanda Rodrigues é bacharela em Letras (Português e Inglês) e estudante do curso de Formação de Professores na USJT. Além de ser professora de Língua Inglesa, é louca por assuntos que envolvam a Literatura, as demais artes e o processo de ensino e aprendizagem. Escreve no Algumas Observações, no Escritos Humanos, no Teoria, Prática e Aprendizado e no Barbie Nerd

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Livro de Nobel de Literatura chega ao Brasil

A editora carioca Cosac Naify comprou os direitos autorais da mais nova obra o autor Mo Yan, vencedor do último Prêmio Nobel de Literatura. Sua obra, embora inédita em terras tupiniquins, é muito aguardada por aqui. A versão inglesa da obra foi traduzida como Change; em Língua Portuguesa, entretanto, ainda não foi traduzida.

Mo Yan é um dos autores chineses mais importantes, por escrever textos com alto teor de crítica social, ainda que algumas pessoas o considere - em parte dos casos -, a favor do regime ditatorial vigente em seu país.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Sinopse e booktrailer de "Não é uma Caixa"

Livro: Não é Uma Caixa
Autor e ilustrador: Antoinete Portis
Tradução: Cassiano Elek Machado
Quarta capa: Paulo Tatit
Editora: Cosac Naify

Sinopse: Quem nunca brincou dentro de uma caixa de papelão? É exatamente isto que faz o protagonista de Não é uma caixa: solta a criatividade e embarca em infinitas aventuras a bordo deste objeto “banal” – assim pensam as pessoas pouco inventivas. Num jogo divertido, ele é indagado a cada página sobre o que está fazendo com certa caixa de papelão. E, claro,sempre responde: "não é uma caixa". É quando a ilustração revela o que na verdade a caixa representa para ele. Aqui, a brincadeira começa na capa, com o sinal de “este lado para cima” e outros símbolos comuns em caixas de papelão, além de orelhas que envolvem o próprio livro. Paulo Tatit, músico e autor de canções do selo Palavra Cantada, comenta no texto de quarta capa o contraste entre o mundo infantil e o mundo sério da maturidade. Porque “à medida que crescemos, uma caixa vai se tornando apenas uma caixa. Mas nunca perdemos a capacidade de voltar a sentir, ainda que por alguns minutinhos, aquele delicioso faz de conta”. Para crianças e adultos pensarem – e viverem –além da caixa.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Previsões de lançamentos de 2012


Com o começo de um novo ano, a procura pela lista de lançamentos começa. Confira abaixo uma lista de livros previstos para serem lançados ainda esse ano:

L&PM
Mrs. Dalloway - Virginia Woolf
Jack Kerouac and Allen Ginsberg: The Letters

ALFAGUARA
1Q84 - Haruki Murakami
O novo romance ainda sem título de Ronaldo Correia de Brito
O céu dos suicidas - Ricardo Lisias
Reedição das obras completas de Mário Quintana

GLOBO
Novas obras de Herta Müller
Anatomía de un instante - Javier Cercas
As mil e uma noites - volume 4 
Comédia Humana - Honoré Balzac (os primeiros quatro volumes)

OBJETIVA
Vida e destino - Vassily Grossman

AMARYLIS
Contos - Ivan Búnin

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